Grupo de whatsapp da Carne Fraca pede vídeos para show na imprensa
Jornalista do Diário do Centro do Mundo, Kiko Nogueira, alerta que a investigação da PF sobre o esquema entre frigoríficos e fiscais agropecuários tem sido excelente para a mídia, especialmente para a Globo, que lucra com as inserções das empresas envolvidas que tentam se esclarecer para o consumidor; "A coisa é tão simbiótica que a Superintendência da PF no Paraná mandou recolher e fazer vídeos que pudessem ser 'relevantes' — não para a investigação, mas para os 'jornalistas'", diz ele, sobre uma imagem divulgada pelo jornalista Marcelo Auler de um grupo de whatsapp
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247 - A operação Carne Fraca, investigação da PF sobre o esquema entre frigoríficos e fiscais agropecuários, tem sido excelente para a mídia, especialmente para a Globo, que lucra com as inserções das empresas envolvidas que tentam se esclarecer para o consumidor.
O alerta é do jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo. "A coisa é tão simbiótica que a Superintendência da PF no Paraná mandou recolher e fazer vídeos que pudessem ser 'relevantes' — não para a investigação, mas para os 'jornalistas'", diz ele, sobre uma imagem divulgada pelo jornalista Marcelo Auler de um grupo de whatsapp dos agentes.
"O ciclo é conhecido e virou moda com a Lava Jato: a polícia vaza a informação de que estará nas ruas, os repórteres noticiam nos plantões, a notícia explode, a cobertura apressada embarca em bobagens como o papelão, os agentes superstars aparecem numa coletiva ao vivo", escreve Kiko Nogueira.
"O circo montado pela PF, portanto, é lucrativo demais para ser descartado. O estado policialesco em que nos meteram rende pixulecos e fama instantânea para todos os envolvidos. Enquanto for assim, os palhaços continuarão no picadeiro. Bad news is good news", alerta. Leia aqui a íntegra.
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