Gravação de Jucá é 1ª grande bomba do governo Temer, diz imprensa alemã

Segundo o jornal alemão Deutsche Welle, "o episódio envolvendo Jucá ocorre em um momento delicado para Temer, que tenta aprovar reformas econômicas e garantir um bom relacionamento com o Congresso"; em outro trecho da matéria do DW, o analista político francês Garpard Estrada avalia que o novo episódio explicita que o "impeachment não resolveu nada"

Segundo o jornal alemão Deutsche Welle, "o episódio envolvendo Jucá ocorre em um momento delicado para Temer, que tenta aprovar reformas econômicas e garantir um bom relacionamento com o Congresso"; em outro trecho da matéria do DW, o analista político francês Garpard Estrada avalia que o novo episódio explicita que o "impeachment não resolveu nada"
Segundo o jornal alemão Deutsche Welle, "o episódio envolvendo Jucá ocorre em um momento delicado para Temer, que tenta aprovar reformas econômicas e garantir um bom relacionamento com o Congresso"; em outro trecho da matéria do DW, o analista político francês Garpard Estrada avalia que o novo episódio explicita que o "impeachment não resolveu nada" (Foto: Valter Lima)


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247 - O Deutsche Welle definiu como "a primeira grande bomba do governo Temer" a gravação que mostra Romero Jucá, homem forte do presidente interino, sugerindo um pacto para frear a operação Lava Jato. "Gravação eleva desconfiança sobre intenções do governo em relação à operação", reforça.

Segundo o jornal alemão, "o episódio envolvendo Jucá também ocorre em um momento delicado para Temer, que tenta aprovar reformas econômicas e garantir um bom relacionamento com o Congresso". "Considerado um negociador habilidoso, Jucá recebeu o ministério com a missão de encaminhar projetos do governo para melhorar as finanças públicas e aliviar a crise", completa.

Em outro trecho da matéria do DW, o analista político francês Garpard Estrada avalia que o novo episódio explicita que o "impeachment não resolveu nada". "A crise política continua. Fica claro que o problema não era só a corrupção do PT, mas o esgotamento de todo o sistema e a relação entre dinheiro e política. O Executivo de Temer é tão frágil como o de Dilma. Ele está dependente de pessoas como Jucá e precisa lidar com um Congresso fortalecido que quer enterrar a Lava Jato", diz o especialista.

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Leia o texto do DW (em português) aqui.

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