Globo desiste de fabricar candidato contra Lula e aposta tudo no Judiciário

Análise política publicada nesta segunda-feira pelo jornal O Globo indica que o grupo de mídia da família Marinho já se deu conta de que não conseguirá produzir um candidato capaz de vencer o ex-presidente Lula, que cresceu no Datafolha e pode até vencer no primeiro turno; segundo o jornal, será o Judiciário – e não o eleitor – que definirá 2018, numa indicação de que a soberania popular poderá ser substituída pela caneta de juízes; no TRF4, o relator João Pedro Gebran já concluiu seu voto em tempo recorde

Análise política publicada nesta segunda-feira pelo jornal O Globo indica que o grupo de mídia da família Marinho já se deu conta de que não conseguirá produzir um candidato capaz de vencer o ex-presidente Lula, que cresceu no Datafolha e pode até vencer no primeiro turno; segundo o jornal, será o Judiciário – e não o eleitor – que definirá 2018, numa indicação de que a soberania popular poderá ser substituída pela caneta de juízes; no TRF4, o relator João Pedro Gebran já concluiu seu voto em tempo recorde
Análise política publicada nesta segunda-feira pelo jornal O Globo indica que o grupo de mídia da família Marinho já se deu conta de que não conseguirá produzir um candidato capaz de vencer o ex-presidente Lula, que cresceu no Datafolha e pode até vencer no primeiro turno; segundo o jornal, será o Judiciário – e não o eleitor – que definirá 2018, numa indicação de que a soberania popular poderá ser substituída pela caneta de juízes; no TRF4, o relator João Pedro Gebran já concluiu seu voto em tempo recorde (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – Uma análise política publicada nesta segunda-feira pelo jornal O Globo indica que o grupo de mídia da família Marinho já se deu conta de que não conseguirá produzir um candidato capaz de vencer o ex-presidente Lula, que cresceu no Datafolha e pode até vencer no primeiro turno.

Eegundo o jornal, será o Judiciário – e não o eleitor – que definirá 2018, numa indicação de que a soberania popular poderá ser substituída pela caneta de juízes. No TRF4, o relator João Pedro Gebran já concluiu seu voto em tempo recorde (saiba mais aqui).

Abaixo, a análise publicada pelo Globo:

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O Judiciário definirá 2018

Em uma eleição ainda sem um nome novo, depois da desistência de Luciano Huck e do enfraquecimento de João Doria como candidato tucano ao Planalto, a polarização segue se solidificando entre o ex-presidente Lula e o deputado Jair Bolsonaro. 

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Lula, com alguma vantagem, segue com um olho nas pesquisas, e outro na movimentação do Judiciário.

Se de fato o julgamento da segunda instância for ágil, como indica o fato de o voto do relator já estar pronto, novas variáveis embaralham de vez o cenário para 2018. Uma eventual condenação em segunda instância pode minar a candidatura do ex-presidente. Ou criar um impasse jurídico com tendência a se arrastar pelo ano eleitoral.

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Sem Lula, ou com uma guilhotina pairando sobre sua cabeça, a eleição promete ser inteiramente outra. 

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