Globo critica o fim da reeleição: “um erro”

Jornal comandado por João Roberto Marinho chama reforma política de Eduardo Cunha de "colcha de retalhos", que "não faz o que precisa e mexe no que não deve", e afirma que o fim da reeleição é "desnecessário"; editorial rebate o argumento, "equivocado", de que sem a reeleição, não haverá o uso da máquina pública com fins eleitorais

Jornal comandado por João Roberto Marinho chama reforma política de Eduardo Cunha de "colcha de retalhos", que "não faz o que precisa e mexe no que não deve", e afirma que o fim da reeleição é "desnecessário"; editorial rebate o argumento, "equivocado", de que sem a reeleição, não haverá o uso da máquina pública com fins eleitorais
Jornal comandado por João Roberto Marinho chama reforma política de Eduardo Cunha de "colcha de retalhos", que "não faz o que precisa e mexe no que não deve", e afirma que o fim da reeleição é "desnecessário"; editorial rebate o argumento, "equivocado", de que sem a reeleição, não haverá o uso da máquina pública com fins eleitorais (Foto: Gisele Federicce)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 – O jornal O Globo critica a reforma política colocada em votação pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a qual chama de "colcha de retalhos", que "não faz o que precisa e mexe no que não deve", e afirma que o fim da reeleição, aprovado pelos deputados por votação esmagadora, é "desnecessário".

"Contra a manutenção da reeleição — buscada pelos tucanos a fim de FH ter tempo para fazer as reformas necessárias — conspira a visão equivocada de que, sem ela, não haverá o uso da máquina pública com fins eleitorais. Ou será atenuado", diz editorial publicado neste sábado 6. O jornal rebate este argumento.

"Ora, nada impede que o chefe do Executivo faça "o diabo" para passar o cargo ao candidato do mesmo campo político. O uso ou não de recursos públicos em eleições depende mais da maior ou menor tibieza do aparato legal, incluindo as instituições da Justiça eleitoral, existente para coibir este tipo de delito. E, como se sabe, não é simples tipificar um crime eleitoral no Brasil", diz o texto.

continua após o anúncio

Leia aqui.

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247