George Marques: Temer está com os “dias contados”

"Dos 7 ministros no TSE, Temer conta apenas com 2 votos para condenação de Dilma e preservação de seu mandato. Chapa é indivisível", afirma o jornalista George Marques, nas redes sociais; ele diz ainda que o ministro Henrique Neves, cujo mandato termina no primeiro semestre de 2017 e de quem o voto era considerado imprevisível, "indica que seguirá jurisprudência e votará pela indivisibilidade da chapa Dilma-Temer"; "Dias contados", prevê Marques

"Dos 7 ministros no TSE, Temer conta apenas com 2 votos para condenação de Dilma e preservação de seu mandato. Chapa é indivisível", afirma o jornalista George Marques, nas redes sociais; ele diz ainda que o ministro Henrique Neves, cujo mandato termina no primeiro semestre de 2017 e de quem o voto era considerado imprevisível, "indica que seguirá jurisprudência e votará pela indivisibilidade da chapa Dilma-Temer"; "Dias contados", prevê Marques
"Dos 7 ministros no TSE, Temer conta apenas com 2 votos para condenação de Dilma e preservação de seu mandato. Chapa é indivisível", afirma o jornalista George Marques, nas redes sociais; ele diz ainda que o ministro Henrique Neves, cujo mandato termina no primeiro semestre de 2017 e de quem o voto era considerado imprevisível, "indica que seguirá jurisprudência e votará pela indivisibilidade da chapa Dilma-Temer"; "Dias contados", prevê Marques (Foto: Gisele Federicce)


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247 - O jornalista George Marques prevê que Michel Temer está com os "dias contados" na presidência e deve em breve ter o mandato cassado pelo Tribunal Suprerior Eleitoral (TSE), uma vez que a corte já teria maioria contra a separação das contas de Dilma Rousseff na campanha de 2014.

"Dos 7 ministros no TSE, Temer conta apenas com 2 votos para condenação de Dilma e preservação de seu mandato. Chapa é indivisível", afirma George Marques, nas redes sociais.

Ele diz ainda que o ministro Henrique Neves, cujo mandato termina no primeiro semestre de 2017 e de quem o voto era considerado imprevisível, "indica que seguirá jurisprudência e votará pela indivisibilidade da chapa Dilma-Temer".

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A indicação de Henrique Neves veio em voto proferido na semana passada, quando demonstrou como pensa a respeito da separação de candidato em vice em uma chapa.

"Em face do princípio da unicidade das chapas, a cassação do titular por motivo eleitoral atinge a situação jurídica do vice ou dos suplentes, ainda que eles não sejam responsáveis ou causadores da nulidade", escreveu, ao relatar um recurso sobre outro caso.

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