Gaspari vê PT sem rumo
Colunista da Folha de S. Paulo diz que proposta apresentada por Tarso Genro ao partido é ameaça: "muda-se a ordem constitucional e faz-se o que é preciso"; e a de Gilberto Carvalho é pergunta sem resposta: "admite que os progressos sociais dos últimos dez anos mostraram-se "insuficientes". Falta botar mercadoria na mesa"
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247 – O colunista da Folha de S. Paulo Elio Gaspari questiona os caminhos apresentados pelo PT para um novo rumo.
Ele destaca a primeira proposta de Tarso Genro, “que num artigo intitulado "Uma Perspectiva de Esquerda para o Quinto Lugar", defendeu uma ofensiva política para colocar o Brasil no seu devido lugar, admitindo que em 2023 ele se torne a quinta economia do mundo. É um caminho essencialmente político: muda-se a ordem constitucional e faz-se o que é preciso.”
A segunda proposta destacada é do secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que admite que os progressos sociais dos últimos dez anos mostraram-se "insuficientes".
Segundo o colunista, as duas linhas parecem complementares, mas são divergentes e refletem a ansiedade da nação petista. Para ele, a de Tarso é uma ameaça e a de Carvalho é pergunta sem resposta.
“Buscando-se o desempenho na direção dos "serviços de qualidade" mencionados por Gilberto Carvalho, acha-se pouco num balanço dos últimos anos. Falta botar mercadoria na mesa. O caminho oferecido por Tarso Genro vem da família do "começar tudo de novo". Ela já apareceu, sem sucesso no Brasil e com êxito na Venezuela, onde o presidente Maduro viu-se obrigado a lidar com a falta de papel, quer os rolos higiênicos, quer os que imprimem jornais” (leia na íntegra).
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