Gaspari sugere: faça-se greve nos museus por melhores condições

 O jornalista Elio Gaspari defende a greve como forma de resolver os problemas de indigência gerencial nos museus brasileiros; ele diz: "aqui vai uma sugestão para os milhares de servidores públicos que trabalham em museus federais, estaduais e municipais: a partir de hoje, organizem comissões e peçam aos seus diretores que lhes mostrem o alvará do Corpo de Bombeiros que autoriza o funcionamento da instituição. Não tem? Venceu? Tudo bem, declarem-se em greve e só voltem ao trabalho quando vier o alvará"

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247 - O jornalista Elio Gaspari defende a greve como forma de resolver os problemas de indigência gerencial nos museus brasileiros. Ele diz: "aqui vai uma sugestão para os milhares de servidores públicos que trabalham em museus federais, estaduais e municipais: a partir de hoje, organizem comissões e peçam aos seus diretores que lhes mostrem o alvará do Corpo de Bombeiros que autoriza o funcionamento da instituição. Não tem? Venceu? Tudo bem, declarem-se em greve e só voltem ao trabalho quando vier o alvará".

Em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo, Gaspari destaca que "o Museu Nacional havia sido inspecionado pelo Corpo de Bombeiros há dez anos. Diante do fogo, dos hidrantes não saia água. É isso [a hipótese da greve] ou, infelizmente, todos os servidores serão cúmplices do próximo incêndio. O Museu Nacional estava vendido havia mais de uma década. Pegou fogo no ano do 40º aniversário do incêndio do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, mantido pela elite carioca."

O jornalista ainda afirma; "em 1972 a ditadura desfilou os restos mortais de D. Pedro I pelo país, até que os colocou numa cripta no Museu do Ipiranga, em São Paulo. Vinte anos depois, ela era mictório de mendigos. A instituição está fechada porque o prédio ameaçava desabar e a Universidade de São Paulo liberou apenas 3,2% da verba destinada à sua recuperação."


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