Gaspari: Estácio massacrou 1.200 mestres

"No mês das festas, o grupo educacional Estácio de Sá demitiu 1.200 professores. Com 207 mil alunos, a Estácio tem 7.700 mestres em 20 Estados e em Brasília. Os "çábios" que tiveram essa ideia devem ser descendentes diretos do índio que em 1567 flechou o olho do patrono da escola, matando-o", escreve o colunista Elio Gaspari

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247 - Em sua coluna nesta quarta, o jornalista Elio Gaspari chamou de "massacre" a demissão de 1200 professores da Universidade Estácio de Sá, no Rio, impulsionada pela reforma trabalhista de Michel Temer.

"No mês das festas, o grupo educacional Estácio de Sá demitiu 1.200 professores. Com 207 mil alunos, a Estácio tem 7.700 mestres em 20 Estados e em Brasília. Os "çábios" que tiveram essa ideia devem ser descendentes diretos do índio que em 1567 flechou o olho do patrono da escola, matando-o.

A medida foi suspensa pela Justiça e a escola garante que ela nada teve a ver com a reforma trabalhista de Michel Temer. O massacre dos professores da Estácio foi condenado por Chaim Zaher, ex-presidente do grupo, numa entrevista à repórter Joana Cunha: "Um estrago. Essa ação isolada pode atrapalhar as reformas que são benéficas para o país."

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Até bem pouco tempo, Zaher era o maior acionista privado da Estácio e brigou com os fundos que controlam o grupo. Suas queixas refletem um sócio contrariado, mas iluminam o mercado de ensino privado do país."

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