Gaspari desmascara a 'artilharia de Eduardo Cunha'

Segundo o colunista Elio Gaspari, ‘no jogo das pautas-bomba na Câmara, sob o comando de Eduardo Cunha (PMDB) há a oposição a Dilma, mas um pedaço da contrariedade vem do trabalho da Lava Jato’; “Há dois fenômenos em curso. O primeiro, visível, é a rejeição a Dilma Rousseff e ao PT. O segundo, encapuzado, é uma tentativa de botar fogo num circo onde o Ministério Público e o Judiciário estão na jugular da oligarquia política e empresarial do país” 

Segundo o colunista Elio Gaspari, ‘no jogo das pautas-bomba na Câmara, sob o comando de Eduardo Cunha (PMDB) há a oposição a Dilma, mas um pedaço da contrariedade vem do trabalho da Lava Jato’; “Há dois fenômenos em curso. O primeiro, visível, é a rejeição a Dilma Rousseff e ao PT. O segundo, encapuzado, é uma tentativa de botar fogo num circo onde o Ministério Público e o Judiciário estão na jugular da oligarquia política e empresarial do país” 
Segundo o colunista Elio Gaspari, ‘no jogo das pautas-bomba na Câmara, sob o comando de Eduardo Cunha (PMDB) há a oposição a Dilma, mas um pedaço da contrariedade vem do trabalho da Lava Jato’; “Há dois fenômenos em curso. O primeiro, visível, é a rejeição a Dilma Rousseff e ao PT. O segundo, encapuzado, é uma tentativa de botar fogo num circo onde o Ministério Público e o Judiciário estão na jugular da oligarquia política e empresarial do país”  (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para o colunista Elio Gaspari, ‘no jogo das pautas-bomba na Câmara, sob o comando de Eduardo Cunha (PMDB) há a oposição a Dilma, mas um pedaço da contrariedade vem do trabalho da Lava Jato’.

Ele cita dois fenômenos em curso: “O primeiro, visível, é a rejeição a Dilma Rousseff e ao PT. O segundo, encapuzado, é uma tentativa de botar fogo num circo onde o Ministério Público e o Judiciário estão na jugular da oligarquia política e empresarial do país”.

“Tudo bem: Fora Dilma. Para botar Michel Temer no lugar, "alguém [que] tenha a capacidade de reunificar a todos"? Olhando-se para a oposição, nem a alma de D. Eugênio Sales seria capaz disso. Um pedaço do PSDB quer Temer. Outro quer anular o pleito que o elegeu. Um terceiro quer novas eleições. Isso deixando-se de lado a facção interessada em tirar o parlamentarismo da tumba em que foi colocado por dois plebiscitos”, alerta (leia mais).

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