Gaspari: caso FHC-Mirian justifica sua discussão

Colunista Elio Gaspari diz que ‘a desavença da jornalista Mirian Dutra com Fernando Henrique Cardoso’ se tornou uma questão pública quando ela revela que em dezembro de 2002, no último mês de FHC na Presidência, assinou um contrato fictício com a empresa Brasif; “A concessão de lojas de "duty free" no desembarque de passageiros de voos internacionais é assunto de natureza pública, além de ser uma jaboticaba”, diz; ele contesta a versão do tucano de que o assunto é privado 

Colunista Elio Gaspari diz que ‘a desavença da jornalista Mirian Dutra com Fernando Henrique Cardoso’ se tornou uma questão pública quando ela revela que em dezembro de 2002, no último mês de FHC na Presidência, assinou um contrato fictício com a empresa Brasif; “A concessão de lojas de "duty free" no desembarque de passageiros de voos internacionais é assunto de natureza pública, além de ser uma jaboticaba”, diz; ele contesta a versão do tucano de que o assunto é privado 
Colunista Elio Gaspari diz que ‘a desavença da jornalista Mirian Dutra com Fernando Henrique Cardoso’ se tornou uma questão pública quando ela revela que em dezembro de 2002, no último mês de FHC na Presidência, assinou um contrato fictício com a empresa Brasif; “A concessão de lojas de "duty free" no desembarque de passageiros de voos internacionais é assunto de natureza pública, além de ser uma jaboticaba”, diz; ele contesta a versão do tucano de que o assunto é privado  (Foto: Roberta Namour)


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247 – O colunista Elio Gaspari contestou a versão do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso de que sua ‘desavença com jornalista Mirian Dutra’ se um assunto privado.

“Ele se tornou uma questão pública quando ela revela que em dezembro de 2002, no último mês de FHC na Presidência, assinou um contrato fictício com a empresa Brasif”, diz.

“A concessão de lojas de "duty free" no desembarque de passageiros de voos internacionais é assunto de natureza pública, além de ser uma jaboticaba”, acrescenta. “ O dono da Brasif, Jonas Barcellos, tinha boas conexões políticas. Em 1997 o tucanato baixou de US$ 500 para US$ 300 o teto de compras permitidas aos viajantes. Pouco depois, recuou », ressalta (leia aqui).

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