Gaspari: a praga que envenenou a República voltou ao cotidiano

Colunista Elio Gaspari lista episódios da história do Brasil que evidenciariam o DNA golpista da sociedade e alerta: ‘Em quase todos os casos, haviam perdido eleições ou temiam perdê-las’; ‘golpe: a praga que envenenou a República, voltou ao cotidiano’; analise é feita no momento que o partido do tucano Aécio Neves pressiona pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff 

Colunista Elio Gaspari lista episódios da história do Brasil que evidenciariam o DNA golpista da sociedade e alerta: ‘Em quase todos os casos, haviam perdido eleições ou temiam perdê-las’; ‘golpe: a praga que envenenou a República, voltou ao cotidiano’; analise é feita no momento que o partido do tucano Aécio Neves pressiona pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff 
Colunista Elio Gaspari lista episódios da história do Brasil que evidenciariam o DNA golpista da sociedade e alerta: ‘Em quase todos os casos, haviam perdido eleições ou temiam perdê-las’; ‘golpe: a praga que envenenou a República, voltou ao cotidiano’; analise é feita no momento que o partido do tucano Aécio Neves pressiona pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff  (Foto: Roberta Namour)


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247 – O colunista Elio Gaspari faz um alerta contra o golpismo, no momento que o partido do tucano Aécio Neves pressiona pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

“Golpe, a praga que envenenou a República, voltou ao cotidiano. Há genes golpistas nas almas mais puras. Milton Campos (1900-1972), um liberal exemplar, serviu como ministro da Justiça à ditadura envergonhada do marechal Castelo Branco. O golpismo afeta cabeças à direita ou à esquerda. Como ninguém gosta de ser chamado de golpista, derrubado o governo que se detesta, inventa-se outra palavra e saúda-se a nova ordem”, diz.

Ele lista dez episódios da história do Brasil que evidenciaram o DNA golpista da sociedade: “Em todos os dez episódios listados, houve um ingrediente que felizmente saiu do baralho em 1985 com a eleição de Tancredo Neves: a anarquia militar. Salvo no golpe de 1969, nunca houve intervenção militar sem que houvesse civis pedindo-a. Em quase todos os casos, haviam perdido eleições ou temiam perdê-las”, afirma (leia mais).

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