Fora do golpe, Cunha frustra seu ex-aliado Reinaldo

Expoente neocon, Reinaldo Azevedo está inconsolável porque o presidente da Câmara anunciou que a possibilidade de deflagrar um processo de impeachment perdeu força e pode ficar, no mínimo, para 2016; "Ele passou a ser um claro empecilho ao impeachment à medida que só pensa em salvar a própria pele e decidiu fazer da possibilidade de impedimento da presidente da República a sua improvável tábua de salvação", decifrou Reinaldo; "Cunha, um político já antigo, teve uma ascensão meteórica ao topo nos últimos oito anos. E caiu ainda mais depressa", afirmou

Expoente neocon, Reinaldo Azevedo está inconsolável porque o presidente da Câmara anunciou que a possibilidade de deflagrar um processo de impeachment perdeu força e pode ficar, no mínimo, para 2016; "Ele passou a ser um claro empecilho ao impeachment à medida que só pensa em salvar a própria pele e decidiu fazer da possibilidade de impedimento da presidente da República a sua improvável tábua de salvação", decifrou Reinaldo; "Cunha, um político já antigo, teve uma ascensão meteórica ao topo nos últimos oito anos. E caiu ainda mais depressa", afirmou
Expoente neocon, Reinaldo Azevedo está inconsolável porque o presidente da Câmara anunciou que a possibilidade de deflagrar um processo de impeachment perdeu força e pode ficar, no mínimo, para 2016; "Ele passou a ser um claro empecilho ao impeachment à medida que só pensa em salvar a própria pele e decidiu fazer da possibilidade de impedimento da presidente da República a sua improvável tábua de salvação", decifrou Reinaldo; "Cunha, um político já antigo, teve uma ascensão meteórica ao topo nos últimos oito anos. E caiu ainda mais depressa", afirmou (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O jornalista Reinaldo Azevedo, expoente do neoconservadorismo na mídia, está inconsolável. O responsável é o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que já anunciou a deputados da bancada do PMDB na Casa que a possibilidade de deflagrar um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff perdeu força e pode ficar, no mínimo para 2016 (leia mais).

"A verdade insofismável é que o presidente da Câmara decidiu manipular o impeachment e sua cassação ao mesmo tempo. Um se tornou função do outro. Enquanto contar com a possibilidade de dizer "sim" ao início da tramitação da denúncia , espera contar com os votos do governismo no Conselho de Ética e eventualmente no plenário. E, obviamente, avalia que mantém aberta uma trilha com as oposições", afirmou Reinaldo. 

"Cunha hoje está confundindo a sua própria sorte com a do país", completa o blogueiro de Veja. Segundo ele, os grupos que defendem o impeachment não têm mais no presidente da Câmara nem mesmo um aliado tático.

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"Ao contrário: ele passou a ser um claro empecilho ao impeachment à medida que só pensa em salvar a própria pele e decidiu fazer da possibilidade de impedimento da presidente da República a sua improvável tábua de salvação. Cunha, um político já antigo, teve uma ascensão meteórica ao topo nos últimos oito anos. E caiu ainda mais depressa", afirma. 

Leia aqui o comentário de Reinaldo Azevedo. 

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