Folha produz capa mais deprê de um Ano Novo

No primeiro dia de 2016, jornal da família Frias prevê que 2,2 milhões de brasileiros perderão seus empregos em 2016 e que o "mercado de trabalho só deve começar a se recuperar em 2018", segundo especialistas; em editorial intitulado "Poucas esperanças", o veículo aponta que "a crise de 2015, infelizmente, continuará presente em 2016"

No primeiro dia de 2016, jornal da família Frias prevê que 2,2 milhões de brasileiros perderão seus empregos em 2016 e que o "mercado de trabalho só deve começar a se recuperar em 2018", segundo especialistas; em editorial intitulado "Poucas esperanças", o veículo aponta que "a crise de 2015, infelizmente, continuará presente em 2016"
No primeiro dia de 2016, jornal da família Frias prevê que 2,2 milhões de brasileiros perderão seus empregos em 2016 e que o "mercado de trabalho só deve começar a se recuperar em 2018", segundo especialistas; em editorial intitulado "Poucas esperanças", o veículo aponta que "a crise de 2015, infelizmente, continuará presente em 2016" (Foto: Gisele Federicce)


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247 - A Folha de S. Paulo conseguiu produzir a capa mais depressiva de um Ano Novo nesta sexta-feira, 1º de janeiro de 2016.

Na manchete principal, o jornal da família Frias prevê que 2,2 milhões de brasileiros perderão seus empregos ao longo deste ano e alerta que o "mercado de trabalho só deve começar a se recuperar em 2018", segundo especialistas.

A chamada negativa casa com um editorial intitulado "Poucas esperanças", em que o veículo aponta que "pelo menos no que diz respeito à economia, o ano que ora começa carrega poucas esperanças de renovação" e que "a crise de 2015, infelizmente, continuará presente em 2016".

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