Folha condena manobras de Anastasia para acelerar o impeachment

"Não se justificam, todavia, as gestões empreendidas com vistas a alterar o prazo do julgamento. A comissão especial do impeachment aprovou -ao que se noticia com aval de Temer – a redução em 20 dias do processo. Os 15 dias respectivamente dedicados para a apresentação de argumentos da acusação e da defesa diminuiriam para cinco para cada lado", diz editorial da Folha, de Otávio Frias Filho, para encurtar os prazos do processo relatado por Antonio Anastasia (PSDB-MG)

"Não se justificam, todavia, as gestões empreendidas com vistas a alterar o prazo do julgamento. A comissão especial do impeachment aprovou -ao que se noticia com aval de Temer – a redução em 20 dias do processo. Os 15 dias respectivamente dedicados para a apresentação de argumentos da acusação e da defesa diminuiriam para cinco para cada lado", diz editorial da Folha, de Otávio Frias Filho, para encurtar os prazos do processo relatado por Antonio Anastasia (PSDB-MG)
"Não se justificam, todavia, as gestões empreendidas com vistas a alterar o prazo do julgamento. A comissão especial do impeachment aprovou -ao que se noticia com aval de Temer – a redução em 20 dias do processo. Os 15 dias respectivamente dedicados para a apresentação de argumentos da acusação e da defesa diminuiriam para cinco para cada lado", diz editorial da Folha, de Otávio Frias Filho, para encurtar os prazos do processo relatado por Antonio Anastasia (PSDB-MG) (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – No editorial Ritos e esperas, a Folha de S. Paulo, de Otávio Frias Filho, condena as manobras para encurtar prazos de defesa e acelerar o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

"Passará ainda bom tempo, contudo, até que providências saneadoras na economia produzam efeitos visíveis na vida da população, embora o ambiente dos investimentos e dos mercados já tenha se desanuviado em termos relativos", diz o texto. "Compreende-se, pois, a pressa do Planalto em dar celeridade ao processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT) no Senado. A cada deslize nestas primeiras semanas do governo Temer a insegurança da interinidade cobra seu preço."

"Não se justificam, todavia, as gestões empreendidas com vistas a alterar o prazo do julgamento. A comissão especial do impeachment aprovou -ao que se noticia com aval de Temer – a redução em 20 dias do processo. Os 15 dias respectivamente dedicados para a apresentação de argumentos da acusação e da defesa diminuiriam para cinco para cada lado", prossegue o editorial. "Ainda que sejam fartamente conhecidas as teses em confronto, não é recomendável alterar o rito prescrito pelo Supremo Tribunal Federal para Fernando Collor, em 1992. Abre-se ocasião para mais uma série de contestações de superfície -demonstrando-se, ademais, de parte do governo interino, novos sinais de consciência quanto à própria vulnerabilidade."

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