Filme sobre Lava Jato mostra que a lei não é para todos, diz Mino Carta
Em editorial da revista Carta Capital deste fim de semana, o jornalista Mino Carta faz duras críticas ao filme sobre a operação Lava Jato “Polícia Federal – A lei é para todos”; “A que se destina a obra? Que papel se atribui a Lula ainda em julgamento baseado nas convicções do promotor Dallagnol, um dos heróis da película? Fácil imaginar que o ex-presidente venha a ser o vilão, de sorte a favorecer a convicção do pregador da guerra santa”, diz Carta; “O cidadão que não percebe o que acontece merece a Idade Média. Ah, sim: e quem financia o filme? Talvez os cofres públicos”
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247 - Em editorial da revista Carta Capital deste fim de semana, o jornalista Mino Carta faz duras críticas ao filme sobre a operação Lava Jato “Polícia Federal – A lei é para todos”.
“A que se destina a obra? Que papel se atribui a Lula ainda em julgamento baseado nas convicções do promotor Dallagnol, um dos heróis da película? Fácil imaginar que o ex-presidente venha a ser o vilão, de sorte a favorecer a convicção do pregador da guerra santa”, diz Carta.
“Estamos diante de um absurdo total, um acinte jurídico, para se somar a tantos deslizes e irregularidades cometidos na República de Curitiba”, afirma.
Para o jornalista, caberia ao Supremo Tribunal Federal, guardião da lei, impedir as arbitrariedades da Lava Jato, “mas como sempre se cala”.
“A película que vem aí é mais uma prova de que a lei não é para todos da casa-grande e da senzala. Do golpe à barbárie, permitida, quando não secundada pela Alta Corte, e, no caso, pelo ministro da Justiça. A quem caberia, aliás demitir o diretor da PF e o delgado Moscardi logo após a desastrada operação Carne Fraca”, acrescenta o editor da Carta Capital.
Mino Carta finaliza: “O cidadão que não percebe o que acontece merece a Idade Média. Ah, sim: e quem financia o filme? Talvez os cofres públicos”
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