Fernando Rodrigues questiona lei antiterrorismo

"Ocorre que a legislação atual já permite à Justiça aplicar penas a quem comete atos dessa natureza. O problema por aqui é fazer a lei ser aplicada", escreve o colunista da Folha; segundo ele, proposta que tramita no congresso tem escopo "muito amplo"

RIO DE JANEIRO,RJ,30.08.2013:RIO DE JANEIRO/PROTESTO/BLACK BLOC - Integrantes do grupo Black Bloc realizam protesto pelas ruas do Centro do Rio de Janeiro (RJ), nesta sexta-feira (30). (Foto: Alexandre Moura/Futura Press/Folhapress)
RIO DE JANEIRO,RJ,30.08.2013:RIO DE JANEIRO/PROTESTO/BLACK BLOC - Integrantes do grupo Black Bloc realizam protesto pelas ruas do Centro do Rio de Janeiro (RJ), nesta sexta-feira (30). (Foto: Alexandre Moura/Futura Press/Folhapress) (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Em sua coluna deste sábado 15, o jornalista Fernando Rodrigues, da Folha de S.Paulo, questiona a efetividade de se criar uma nova lei para combater atos de violência em protestos no País, a chamada lei antiterrorismo.

"Ocorre que a legislação atual já permite à Justiça aplicar penas a quem comete atos dessa natureza. Quem coloca uma bomba em uma lanchonete está praticando um crime. Quem destrói uma ponte também está infringindo a lei", coloca.

Segundo ele, "o problema por aqui é fazer a lei ser aplicada". Fernando Rodrigues também coloca em discussão a definição do crime de terrorismo proposta no Congresso. "Como se observa, é muito amplo o escopo desse crime", diz.

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