Fernando Rodrigues: morte é baque para tese de terceira via

Além disso, colunista afirma, sobre o PSB, que a morte de Eduardo Campos "deixa o seu partido órfão de um líder. Abre-se um vácuo que dificilmente será preenchido por alguém com a autoridade de Campos"

Além disso, colunista afirma, sobre o PSB, que a morte de Eduardo Campos "deixa o seu partido órfão de um líder. Abre-se um vácuo que dificilmente será preenchido por alguém com a autoridade de Campos"
Além disso, colunista afirma, sobre o PSB, que a morte de Eduardo Campos "deixa o seu partido órfão de um líder. Abre-se um vácuo que dificilmente será preenchido por alguém com a autoridade de Campos" (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Eduardo Campos foi o político de sua geração que mais se preparou para tentar viabilizar uma terceira via no cenário eleitora, afirma em sua coluna desta quinta-feira 14 o colunista Fernando Rodrigues.

Na análise do jornalista, alguns pontos diferenciam Campos, alguém que "circulava com desenvoltura pelo establishment econômico", de outros que tentaram vestir esse mesmo figurino nos últimos anos. O nome do candidato, escreve Rodrigues, "era quase um consenso" quando se tratava de listar os presidenciáveis competitivos de 2018.

Segundo ele, a morte do candidato deixará um "vácuo" no PSB, partido que ele presidia. "A morte do pessebista deixa o seu partido órfão de um líder. Abre-se um vácuo que dificilmente será preenchido por alguém com a autoridade de Campos", escreve Fernando Rodrigues.

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