Fake news é fake, diz Luis Nassif

O jornalista Luis Nassif ressalta que "o debate sobre os problemas que as fake news (notícias falsas) pode gerar na sociedade, sobretudo pela capacidade maior de virulência da informação nos dias atuais, começou fora do país, mais especificamente por uma ação da Atlantic Council – um escritório de lobby nos Estados Unidos – com a intenção de controlar o conteúdo nas redes sociais"; para ele "o crime de uso de perfis falsos, assim como contra a honra, já estão contemplados na legislação pelo código penal" e  "a liberdade de opinião precisa ser preservada nas redes sociais"

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247 - O jornalista Luis Nassif ressalta que "o debate sobre os problemas que as fake news (notícias falsas) pode gerar na sociedade, sobretudo pela capacidade maior de virulência da informação nos dias atuais, começou fora do país, mais especificamente por uma ação da Atlantic Council – um escritório de lobby nos Estados Unidos – com a intenção de controlar o conteúdo nas redes sociais. A estratégia deu certo, levando a um enquadramento do Facebook dentro do Congresso americano, que acabou fechando um contrato milionário de assessoria com a própria Atlantic Council". 

"Quando a grande imprensa brasileira puxa o tema para dentro do país, tem como objetivos: primeiro, tentar apagar a imagem de mal jornalismo pelo uso recorrente, e estratégico, de informações falsas e, segundo, usar o fake news como jogada para tentar impedir o trabalho dos meios de comunicação de menor porte e que tentam fazer o contraponto no debate político e econômico", avalia. . "Para começar, o simples uso do termo fake news é um discurso de ódio. Passa a ser central na desqualificação de qualquer reportagem, sem a necessidade de comprovações da mensagem falsa utilizada", completa. 

Ele observa que "o crime de uso de perfis falsos, assim como contra a honra, já estão contemplados na legislação pelo código penal. Em suma, a liberdade de opinião precisa ser preservada nas redes sociais, e o Facebook deve deixar claro, ao retirar páginas ou perfis do ar, o que exatamente foi considerado fake news", avalia. 

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Leia a íntegra no GGN. 

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