Facebook vai ao STF para responder apenas à Justiça americana

 Facebook entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para não ter que dar satisfações ao Judiciário brasileiro; "Na peça, atrelada a outra da Assespro, associação de empresas de TI, a empresa americana defende que a competência de determinar a entrega de informações é da Justiça dos EUA, onde estão localizados seus centros de dados", diz a coluna do jornalista Lauro Jardim

 Facebook entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para não ter que dar satisfações ao Judiciário brasileiro; "Na peça, atrelada a outra da Assespro, associação de empresas de TI, a empresa americana defende que a competência de determinar a entrega de informações é da Justiça dos EUA, onde estão localizados seus centros de dados", diz a coluna do jornalista Lauro Jardim
 Facebook entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para não ter que dar satisfações ao Judiciário brasileiro; "Na peça, atrelada a outra da Assespro, associação de empresas de TI, a empresa americana defende que a competência de determinar a entrega de informações é da Justiça dos EUA, onde estão localizados seus centros de dados", diz a coluna do jornalista Lauro Jardim (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O Facebook entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para não ter que dar satisfações ao Judiciário brasileiro.

Segundo a coluna do jornalista Lauro Jardim, a empresa, que também dona do Whatsapp, não quer responder aqui às intimações pela quebra de sigilo de dados de seus usuários, que levaram aos polêmicos bloqueios do Whatsapp e à prisão de um de seus executivos.

"Na peça, atrelada a outra da Assespro, associação de empresas de TI, a empresa americana defende que a competência de determinar a entrega de informações é da Justiça dos EUA, onde estão localizados seus centros de dados", diz a coluna. 

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O advogado da causa é o ex-ministro Ayres Britto.

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