Estadão desmente Folha: “Investigação é só sobre Palocci”

Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, contesta manchete da Folha, que tenta criminalizar a campanha da presidente Dilma Rousseff, em 2010; segundo informou o ministro Teori Zavascki, investigação atinge apenas o ex-ministro Antonio Palocci, conforme registrou o Estado de S. Paulo; "Não chegaremos ao exagero de dizer que o jornalismo do Estadão é menos salafrário do que o da Folha, ou menos partidarizado. O Estadão, porém, apesar de todas as mentiras e distorções dos fatos que pública, parece ter um limite para sua falta de vergonha", diz ele

Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, contesta manchete da Folha, que tenta criminalizar a campanha da presidente Dilma Rousseff, em 2010; segundo informou o ministro Teori Zavascki, investigação atinge apenas o ex-ministro Antonio Palocci, conforme registrou o Estado de S. Paulo; "Não chegaremos ao exagero de dizer que o jornalismo do Estadão é menos salafrário do que o da Folha, ou menos partidarizado. O Estadão, porém, apesar de todas as mentiras e distorções dos fatos que pública, parece ter um limite para sua falta de vergonha", diz ele
Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, contesta manchete da Folha, que tenta criminalizar a campanha da presidente Dilma Rousseff, em 2010; segundo informou o ministro Teori Zavascki, investigação atinge apenas o ex-ministro Antonio Palocci, conforme registrou o Estado de S. Paulo; "Não chegaremos ao exagero de dizer que o jornalismo do Estadão é menos salafrário do que o da Folha, ou menos partidarizado. O Estadão, porém, apesar de todas as mentiras e distorções dos fatos que pública, parece ter um limite para sua falta de vergonha", diz ele (Foto: Camila Nunes)


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Por Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania

Como sempre, a Folha de São Paulo faz o “jornalismo” mais desonesto, ainda que a concorrência não seja muito melhor. Há dias que o jornal vem sustentando que a lista de quarenta e poucos políticos e 34 parlamentares remetida pelo procurador-geral da República atinge, de alguma maneira, Dilma Rousseff.

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Ao contrário de Aécio Neves, porém, não existe nada, absolutamente nada na lista de Janot, ou no despacho do relator do caso, o ministro do STF Teori Zavascki, que implique Dilma no caso. Ainda assim, neste sábado (7) a Folha reincidiu no crime: envolveu “a campanha de Dilma” só porque o ex-ministro Antonio Palocci, que atuou na campanha dela em 2010, foi citado por delatores.

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Não é verdade. Não há implicação nenhuma de Dilma ou de sua campanha. Por que? Simplesmente porque o ministro Zavascki tratou de declarar, com todas as letras, que a investigação não é sobre a campanha de Dilma, não é sobre a própria Dilma. A investigação, segundo o ministro do STF, é, única e exclusivamente sobre Antonio Palocci. E ninguém mais.

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Veja, leitor, matéria do Estadão que confirma o que o Blog está dizendo.

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Não chegaremos ao exagero de dizer que o jornalismo do Estadão é menos salafrário do que o da Folha, ou menos partidarizado. O Estadão, porém, apesar de todas as mentiras e distorções dos fatos que pública, parece ter um limite para sua falta de vergonha. Já a Folha de São Paulo, não. Vai ficar sustentando essa mentira até quando não tiver mais jeito.

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Aviso: vai chegar a hora que não vai ter jeito. Por enquanto, digamos, apenas, que é essa é só a  opinião deste Blog.

 

 

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