Estadão: Decisão de Teori impediu ‘atalhos’ de Cunha

"Certamente a decisão de Zavascki decepcionou as lideranças oposicionistas e os cidadãos em geral que torcem pela luz no fim do túnel representada pelo afastamento de Dilma Rousseff. Mas a consolidação da democracia não se faz por atalhos. Ela só é possível sob o império da lei", diz trecho do editorial do jornal O Estado de S. Paulo desta quarta-feira

"Certamente a decisão de Zavascki decepcionou as lideranças oposicionistas e os cidadãos em geral que torcem pela luz no fim do túnel representada pelo afastamento de Dilma Rousseff. Mas a consolidação da democracia não se faz por atalhos. Ela só é possível sob o império da lei", diz trecho do editorial do jornal O Estado de S. Paulo desta quarta-feira
"Certamente a decisão de Zavascki decepcionou as lideranças oposicionistas e os cidadãos em geral que torcem pela luz no fim do túnel representada pelo afastamento de Dilma Rousseff. Mas a consolidação da democracia não se faz por atalhos. Ela só é possível sob o império da lei", diz trecho do editorial do jornal O Estado de S. Paulo desta quarta-feira (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O impeachment da presidente Dilma Rousseff não pode ocorrer "ao arrepio da lei", destaca editorial do jornal O Estado de S. Paulo nesta quarta-feira. A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspende o rito de tramitação do impeachment no Congresso concebido por Eduardo Cunha com a cumplicidade de oposicionistas "enquadra-se numa perspectiva saudável para o novo arranjo político que o País pede", diz o Estadão.

A publicação acrescenta que o "truque regimental [de Cunha] permitiria, por um lado, aliviar a responsabilidade do presidente da Casa e, por outro, facilitar a abertura da discussão do impeachment. O rito de processos de impeachment está bem definido desde 1950, quando foi aprovada a Lei de Responsabilidade. De lá para cá, foi aperfeiçoada, inclusive pelo uso, e não há por que não aplicá-la".

"Certamente a decisão de Zavascki decepcionou as lideranças oposicionistas e os cidadãos em geral que torcem pela luz no fim do túnel representada pelo afastamento de Dilma Rousseff. Mas a consolidação da democracia não se faz por atalhos. Ela só é possível sob o império da lei", conclui o texto.

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