Especialista em Brasil, de Oxford, diz que impeachment foi um circo

Diretor do Programa de Estudos Brasileiros da Universidade de Oxford, Timothy Power, afirma que o processo de impeachment no Brasil seguiu as regras previstas na Constituição, mas destaca que essas regras têm "graves defeitos"; ele questiona, por exemplo, tamanho poder nas mãos de apenas uma pessoa, no caso do "presidente de uma das Casas do Congresso", Eduardo Cunha, que aceitou o pedido de afastamento de Dilma Rousseff; ele também critica o afastamento temporário do presidente alvo do processo

Diretor do Programa de Estudos Brasileiros da Universidade de Oxford, Timothy Power, afirma que o processo de impeachment no Brasil seguiu as regras previstas na Constituição, mas destaca que essas regras têm "graves defeitos"; ele questiona, por exemplo, tamanho poder nas mãos de apenas uma pessoa, no caso do "presidente de uma das Casas do Congresso", Eduardo Cunha, que aceitou o pedido de afastamento de Dilma Rousseff; ele também critica o afastamento temporário do presidente alvo do processo
Diretor do Programa de Estudos Brasileiros da Universidade de Oxford, Timothy Power, afirma que o processo de impeachment no Brasil seguiu as regras previstas na Constituição, mas destaca que essas regras têm "graves defeitos"; ele questiona, por exemplo, tamanho poder nas mãos de apenas uma pessoa, no caso do "presidente de uma das Casas do Congresso", Eduardo Cunha, que aceitou o pedido de afastamento de Dilma Rousseff; ele também critica o afastamento temporário do presidente alvo do processo (Foto: Gisele Federicce)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 - Especialista em Brasil, o diretor do Programa de Estudos Brasileiros da Universidade de Oxford, Timothy Power, acredita que o processo de impeachment de Dilma Rousseff seguiu as regras previstas na Constituição brasileira, mas ele vê "graves defeitos" nessas regras.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, Power questiona, por exemplo, tamanho poder nas mãos de apenas uma pessoa, no caso do "presidente de uma das Casas do Congresso", Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que aceitou o pedido de afastamento de Dilma.

Ele também critica o afastamento temporário do presidente alvo do processo - "O afastamento tem um ar de irreversibilidade no Brasil. A ideia de que se poderia destituir o interino e colocar a presidente de novo era uma ideia falsa" - e no fato de o Congresso, e não o STF, discutir a validade jurídica do conteúdo do pedido de impeachment.

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247