Elio Gaspari: a vida e a morte de Adriano da Nóbrega são duas histórias mal contadas

Em sua coluna publicada no jornal Folha de S.Paulo, Elio Gaspari afirma que "os policiais podiam ficar a quilômetros da casa" e o miliciano Adriano da Nóbrega Silva "poderia atirar o quanto quisesse, mas continuaria cercado". "Se a intenção fosse capturá-lo vivo, isso seria apenas uma questão de tempo"

Elio Gaspari e Adriano Magalhães da Nóbrega
Elio Gaspari e Adriano Magalhães da Nóbrega (Foto: Reprodução)


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247 - Em sua coluna publicada no jornal Folha de S.Paulo, Elio Gaspari afirma que "os policiais podiam ficar a quilômetros da casa" e o miliciano Adriano da Nóbrega Silva "poderia atirar o quanto quisesse, mas continuaria cercado". "Se a intenção fosse capturá-lo vivo, isso seria apenas uma questão de tempo.
Três dias depois da operação, as informações divulgadas pelas polícias foram genéricas e insuficientes para entender o que aconteceu. Na melhor da hipóteses, os policiais foram incompetentes", diz.

De acordo com o jornalista, "o silêncio de Queiroz é voluntário, o do miliciano foi inevitável. Fica no ar um trecho da fala triunfalista de Witzel, no qual ele disse que a operação 'obteve o resultado que se esperava'".

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"Quando a polícia estava no rastro de Adriano, o ministro Sergio Moro vangloriou-se de ter organizado uma lista dos criminosos mais procurados", lembra. 'Nela estavam 27 bandidos, mas faltava o 'Capitão Adriano'. No melhor burocratês, o ministério explicou: 'As acusações contra ele não possuem caráter interestadual, requisito essencial para figurar no banco de criminosos de caráter nacional'", continua.

Gaspari lembra que "dois dos listados eram milicianos municipais do Rio de Janeiro". "Ademais, a interestadualidade de Adriano foi comprovada na cena de sua morte, com policiais baianos e fluminenses".

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