Eliane lamenta eleição entre Lula e Bolsonaro

Tradicionalmente alinhada com o PSDB, a colunista Eliane Cantanhede passa recibo da fragilidade tucana ao lamentar, diante da ausência de um nome forte do partido, a polarização das eleições de 2018 entre Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro; "Não é para eleger Lula nem os Bolsonaros da vida que o Brasil faz a faxina que faz. Quem será em 2018, ninguém sabe. Mas quem não deve ser, todos precisamos saber. É melhor prevenir do que remediar", escreve

Tradicionalmente alinhada com o PSDB, a colunista Eliane Cantanhede passa recibo da fragilidade tucana ao lamentar, diante da ausência de um nome forte do partido, a polarização das eleições de 2018 entre Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro; "Não é para eleger Lula nem os Bolsonaros da vida que o Brasil faz a faxina que faz. Quem será em 2018, ninguém sabe. Mas quem não deve ser, todos precisamos saber. É melhor prevenir do que remediar", escreve
Tradicionalmente alinhada com o PSDB, a colunista Eliane Cantanhede passa recibo da fragilidade tucana ao lamentar, diante da ausência de um nome forte do partido, a polarização das eleições de 2018 entre Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro; "Não é para eleger Lula nem os Bolsonaros da vida que o Brasil faz a faxina que faz. Quem será em 2018, ninguém sabe. Mas quem não deve ser, todos precisamos saber. É melhor prevenir do que remediar", escreve (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - A colunista Eliane Cantanhêde demonstrou todo o seu descontentamento com o rumo das eleições de 2018.

Tradicionalmente alinhada com o PSDB, ela passa recibo da fragilidade tucana ao mostrar que, sem nomes fortes do partido, a disputa pelo Planalto está concentrada entre Lula e Bolsonaro.

"Enquanto o prefeito João Doria estuda as falas e trejeitos de Emmanuel Macron e tenta mimetizar a eleição dele no Brasil, o deputado Jair Bolsonaro vai tentando, devagar e sempre, seguir a trilha de Donald Trump, que era tão absurdo, ninguém acreditava e chegou lá. Uma surpresa mundial. Ou melhor, um susto.

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A imprensa americana – e, por conseguinte, a brasileira – não viu Trump, não acreditou em Trump, ridicularizou Trump e, no final, foi obrigada a engolir a vitória dele para a presidência da maior potência mundial. Agora, a opinião pública nacional não acredita, não vê e não leva Bolsonaro a sério. O risco é ser novamente surpreendida.

(...)

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São dois riscos: a vitória de Lula seria o fim e a desmoralização da Lava Jato, mas, sem ele na eleição, o primeiro nas pesquisas pode passar a ser Bolsonaro. Não é para eleger Lula nem os Bolsonaros da vida que o Brasil faz a faxina que faz. Quem será em 2018, ninguém sabe. Mas quem não deve ser, todos precisamos saber. É melhor prevenir do que remediar."

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