Eliane diz que sorteio de relator seria covardia

Colunista do Estadão criticou neste domingo, 22, que a relatoria da operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal seja dada a um ministro por meio de sorteio; "Sorteio em casos dessa gravidade é falta de critério, comodismo, até covardia. Aperta-se um botão e sai de lá o sortudo – ou azarado? – relator da Lava Jato? Pode estar no regimento, mas não parece razoável. Todos os ministros, em tese, têm preparo técnico para a função, mas a questão envolve também independência, serenidade, discrição e credibilidade na opinião pública", afirma; e se Gilmar Mendes fosse sorteado?

Colunista do Estadão criticou neste domingo, 22, que a relatoria da operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal seja dada a um ministro por meio de sorteio; "Sorteio em casos dessa gravidade é falta de critério, comodismo, até covardia. Aperta-se um botão e sai de lá o sortudo – ou azarado? – relator da Lava Jato? Pode estar no regimento, mas não parece razoável. Todos os ministros, em tese, têm preparo técnico para a função, mas a questão envolve também independência, serenidade, discrição e credibilidade na opinião pública", afirma; e se Gilmar Mendes fosse sorteado?
Colunista do Estadão criticou neste domingo, 22, que a relatoria da operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal seja dada a um ministro por meio de sorteio; "Sorteio em casos dessa gravidade é falta de critério, comodismo, até covardia. Aperta-se um botão e sai de lá o sortudo – ou azarado? – relator da Lava Jato? Pode estar no regimento, mas não parece razoável. Todos os ministros, em tese, têm preparo técnico para a função, mas a questão envolve também independência, serenidade, discrição e credibilidade na opinião pública", afirma; e se Gilmar Mendes fosse sorteado? (Foto: Aquiles Lins)


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247 - A colunista do Estado de S. Paulo Eliane Cantanhêde criticou neste domingo, 22, que a relatoria da operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal seja dada a um ministro por meio de sorteio, após a morte do ministro Teori Zavascki em acidente aéreo com outras quatros pessoas, em circunstâncias que ainda não foram esclarecidas. 

Eliane considera a medida, cogitada pela presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, uma "covardia". "Sorteio em casos dessa gravidade é falta de critério, comodismo, até covardia. Aperta-se um botão e sai de lá o sortudo – ou azarado? – relator da Lava Jato? Pode estar no regimento, mas não parece razoável. Todos os ministros, em tese, têm preparo técnico para a função, mas a questão envolve também independência, serenidade, discrição e credibilidade na opinião pública", afirma. 

Segundo a colunista, tanto quanto Cármen Lúcia, Temer também está numa enrascada. "Ela, para conduzir a sucessão de Teori na relatoria da Lava Jato. Ele, para nomear o novo ministro do Supremo, o que não estava no seu horizonte. Com o acréscimo de que, se decidir indicar Alexandre de Moraes, terá não só um, mas dois problemas. O outro será a substituição na Justiça, em tempos de massacres nas prisões e oportunismo dos governadores", afirma.

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"A partir de hoje, é esperar que Cármen Lúcia e Temer conduzam essas questões tão delicadas, que envolvem tanta responsabilidade e tantas suscetibilidades, pensando no andamento adequado para a Lava Jato, e também em como 2017 e eles próprios entrarão para a história". 

Leia na íntegra o artigo de Elaine Cantanhêde. 

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