Economist volta a criticar extremismos de Bolsonaro e o chama de ameaça

Três semanas depois de publicar uma matéria de capa em que afirmava que o candidato representa uma ameaça para o Brasil e para América Latina, a revista britânica publicou um artigo que aponta que Jair Bolsonaro não é um risco de uma nova ditadura militar no Brasil, mas "uma ameaça mais insidiosa ['traiçoeira']. Ele expressa visões extremas. Ele disse que a ditadura errou em 'torturar em vez de matar'. Ele quer que a polícia mate mais 'criminosos', e quer liberar a posse de armas"

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247 - Três semanas depois de publicar uma matéria de capa em que afirmava que o candidato representa uma ameaça para o Brasil e para América Latina, a revista britânica publicou um novo artigo, na seção Bello, da América Latina, que aponta que Jair Bolsonaro não é um risco de uma nova ditadura militar no Brasil, mas "uma ameaça mais insidiosa ['traiçoeira']. Ele expressa visões extremas. Ele disse que a ditadura errou em 'torturar em vez de matar'. Ele quer que a polícia mate mais 'criminosos', e quer liberar a posse de armas".

A revista lembra que Bolsonaro sugeriu aumentar o número de ministros no Supremo Tribunal Federal - ou seja, aparelhar o Judiciário - e avalia que os militares, já cotados para ocupar ministérios em um eventual governo Bolsonaro, provavelmente limitariam os poderes do candidato. De acordo com a publicação, os poderes a militares não significa necessariamente que Bolsonaro tentaria replicar a ditadura e que seu crescimento reflete o ódio espalhado pelo PT e uma demanda popular por mudança, renovação econômica e segurança, "mas não necessariamente por um governo militar".

Leia aqui a íntegra, em inglês.

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