EBC cancela contrato com Sidney Rezende

Sob a presidência do jornalista Laerte Rimoli, nomeado nesta sexta-feira pelo presidente interino Michel Temer, a EBC cancelou o contrato com o ex-global Sidney Rezende, que atuava na Rádio Nacional; em seu site, Rezende publicou um longo texto no último dia 14 em que afirma: "O jornalismo isento que perseguimos não prioriza partidos políticos em detrimento de outros, grupos individuais de pressão ou segmentos ideológicos"

Sob a presidência do jornalista Laerte Rimoli, nomeado nesta sexta-feira pelo presidente interino Michel Temer, a EBC cancelou o contrato com o ex-global Sidney Rezende, que atuava na Rádio Nacional; em seu site, Rezende publicou um longo texto no último dia 14 em que afirma: "O jornalismo isento que perseguimos não prioriza partidos políticos em detrimento de outros, grupos individuais de pressão ou segmentos ideológicos"
Sob a presidência do jornalista Laerte Rimoli, nomeado nesta sexta-feira pelo presidente interino Michel Temer, a EBC cancelou o contrato com o ex-global Sidney Rezende, que atuava na Rádio Nacional; em seu site, Rezende publicou um longo texto no último dia 14 em que afirma: "O jornalismo isento que perseguimos não prioriza partidos políticos em detrimento de outros, grupos individuais de pressão ou segmentos ideológicos" (Foto: Aline Lima)


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247 - O jornalista Sidney Rezende (ex-Globo) teve seu contrato com a EBC cancelado nesta sexta-feira 20, mesmo dia em que foi nomeado o novo presidente da estatal, Laerte Rimoli, pelo presidente interino Michel Temer.

Sidney Rezende atuava na Rádio Nacional, apresentado o programa Nacional Brasil. Em seu site, ele publicou um longo texto no último dia 14 em que afirma:

"O jornalismo isento que perseguimos não prioriza partidos políticos em detrimento de outros, grupos individuais de pressão ou segmentos ideológicos. Nossa visão é o todo do Brasil com máxima isenção. Temos calma e respeito. Não somos afeitos à histeria".

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Em resposta a reportagens que diziam que ele tinha um salário de R$ 1 milhão anual, diante de supostas dívidas da EBC, ou que sua contratação gerou "desconforto" entre os funcionários, ele esclarece no texto que foi contratado de acordo com o orçamento da empresa e nega que tenha sido mal recebido.

"Trabalhar no serviço público não significa estar envolvido em maracutaias. Não é da minha índole e nem é o que queremos para o Brasil. Por isso, a minha indignação com insinuações baratas. Compreendo que alguns prefiram para si agir como vestais da moral alheia. Até para ser fiel à minha folha de serviços, respeito a todos, mas exijo que tenham a mesma conduta para comigo", diz ele.

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Leia aqui a íntegra.

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