Duvivier: bandeira vermelha é a suja de sangue da ditadura

Em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo, o humorista Gregório Duvivier se dirige aos manifestoches e diz que a expressão “manchar a bandeira de vermelho” tem mais a ver com o espírito sanguinário da ditadura do que com o comunismo; ele comenta a descoberta “já sabida por todos” de que Geisel foi um assassino como todos os outros presidentes militares; Duvivier ironiza: “Geisel, o moderado, o esclarecido, o sacerdote, o fofo, mandou matar pelo menos uma centena; pediu que só matassem subversivos, porque afinal tinha coração; gente como Herzog, Zuzu Angel, e mais uns cem"

Em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo, o humorista Gregório Duvivier se dirige aos manifestoches e diz que a expressão “manchar a bandeira de vermelho” tem mais a ver com o espírito sanguinário da ditadura do que com o comunismo; ele comenta a descoberta “já sabida por todos” de que Geisel foi um assassino como todos os outros presidentes militares; Duvivier ironiza: “Geisel, o moderado, o esclarecido, o sacerdote, o fofo, mandou matar pelo menos uma centena; pediu que só matassem subversivos, porque afinal tinha coração; gente como Herzog, Zuzu Angel, e mais uns cem"
Em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo, o humorista Gregório Duvivier se dirige aos manifestoches e diz que a expressão “manchar a bandeira de vermelho” tem mais a ver com o espírito sanguinário da ditadura do que com o comunismo; ele comenta a descoberta “já sabida por todos” de que Geisel foi um assassino como todos os outros presidentes militares; Duvivier ironiza: “Geisel, o moderado, o esclarecido, o sacerdote, o fofo, mandou matar pelo menos uma centena; pediu que só matassem subversivos, porque afinal tinha coração; gente como Herzog, Zuzu Angel, e mais uns cem" (Foto: Gustavo Conde)


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247 – Em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo, o humorista Gregório Duvivier se dirige aos manifestoches e diz que a expressão “manchar a bandeira de vermelho” tem mais a ver com o espírito sanguinário da ditadura do que com o comunismo. Ele comenta a descoberta “já sabida por todos” de que Geisel foi um assassino como todos os outros presidentes militares. Duvivier ironiza: “Geisel, o moderado, o esclarecido, o sacerdote, o fofo, mandou matar pelo menos uma centena. Pediu que só matassem subversivos, porque afinal tinha coração. Gente como Herzog, Zuzu Angel, e mais uns cem.”

“A nossa bandeira jamais será vermelha”, cantam as multidões amarelas. Não sei se você já teve o privilégio de ouvir o cântico. A métrica é esquisita, separa sujeito e verbo. “A nossa (pausa) bandeira (pausa) jamais será vermelha”.

Não entendo essa promessa. Amigo, não tem como garantir que a sua bandeira não será vermelha. Mil coisas podem acontecer com ela no futuro. Se eu esfregar sua cara no chapisco e limpar com a tua bandeira, ela vai ficar vermelha. Se você desenvolver daltonismo tardio, se você tomar uma cartela de Benflogin, se o Comando Vermelho ganhar as eleições, se o Osho renascer e transformar todo o Brasil numa grande comunidade sannyasin mudando o nome do país pra Rajneeshpuram a bandeira vai ficar vermelhinha.”

Leia a coluna completa do humorista aqui.

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