Doria cravou o punhal em Alckmin, diz Fernando Brito

"Alckmin, com uma candidatura Dória, perde grande parte de seu já modesto lastro eleitoral no conservadorismo paulista. Castigo para quem trouxe a cobra para o ninho e para um partido que cevou e estimulou a histeria coxinha, da qual Doria é a mais perfeita tradução", analisa o editor do Tijolaço, sobre o anúncio do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), de que admite sair do PSDB para disputar a presidência; "Para quem achava que José Serra e Aécio Neves eram o pior em controle da máquina partidária que podia ocorrer entre os tucanos, Doria mostra que é possível mais, muito mais", diz Fernando Brito

"Alckmin, com uma candidatura Dória, perde grande parte de seu já modesto lastro eleitoral no conservadorismo paulista. Castigo para quem trouxe a cobra para o ninho e para um partido que cevou e estimulou a histeria coxinha, da qual Doria é a mais perfeita tradução", analisa o editor do Tijolaço, sobre o anúncio do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), de que admite sair do PSDB para disputar a presidência; "Para quem achava que José Serra e Aécio Neves eram o pior em controle da máquina partidária que podia ocorrer entre os tucanos, Doria mostra que é possível mais, muito mais", diz Fernando Brito
"Alckmin, com uma candidatura Dória, perde grande parte de seu já modesto lastro eleitoral no conservadorismo paulista. Castigo para quem trouxe a cobra para o ninho e para um partido que cevou e estimulou a histeria coxinha, da qual Doria é a mais perfeita tradução", analisa o editor do Tijolaço, sobre o anúncio do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), de que admite sair do PSDB para disputar a presidência; "Para quem achava que José Serra e Aécio Neves eram o pior em controle da máquina partidária que podia ocorrer entre os tucanos, Doria mostra que é possível mais, muito mais", diz Fernando Brito (Foto: Aquiles Lins)


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Por Fernando Brito, do Tijolaço - De Paris, pelo Estadão, o jovem Brutus, João Doria, crava o punhal do seu ex-padrinho Geraldo Alckmin.

Diz que não aceita prévias – exatamente a fórmula que, há pouco mais de um ano, Alckmin usou para legitimá-lo como candidato a prefeitura, o que jamais teria sido sem o apoio decidido do governador – e que a candidatura do PSDB deve ser decidida pelas pesquisas.

O sujeito que dizia que jamais disputaria com Alckmin a condição de candidato tucano à Presidência põe a questão em termos claros de ultimato: ou seu criador desiste e o apóia (com a desculpa de que “as pesquisas” o querem, depois  de oito meses de marquetagem descarada) ou sai do partido e leiloa sua candidatura entre os interessados.

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Não tenho intenção de mudar de partido, mas é sempre bom ouvir de outros partidos que você é bem-vindo. Não é só o PMDB e o DEM. Outros dois partidos tiveram a gentileza e a delicadeza de abrir as portas caso necessário. Agradeci.

Escorregadio como uma víbora, ele mesmo lembra que foi criado por uma prévia partidária e jura que não disputará uma delas com Alckmin – quem enche de elogios envenenados – dentro do partido.

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Dentro do PSDB, frisa.

O homem que se julga o mais esperto do Brasil prepara, assim, seu caminho de Fernando Collor.

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Alckmin, com uma candidatura Dória, perde grande parte de seu já modesto lastro eleitoral no conservadorismo paulista. Castigo para quem trouxe a cobra para o ninho e para um partido que cevou e estimulou a histeria coxinha, da qual Doria é a mais perfeita tradução.

Para quem achava que José Serra e Aécio Neves eram o pior em controle da máquina partidária que podia ocorrer entre os tucanos, Doria mostra que é possível mais, muito mais.

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Quem fez carreira se exibindo e atraindo o patrocínio de um empresariado medíocre, que gosta mais de frequentar salões e colunas sociais do que em trabalhar e produzir, o hoje prefeito de São Paulo é tudo o que apreciam como “virtude”:  vaidoso, sem compromissos que não sejam suas ambições pessoais e disposto a pisar em qualquer um por estes interesses.

Para esta gente, caráter não é virtude, é defeito.

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