Dora: para o deputado Eduardo Cunha acabou-se
“Quando apareceram os documentos sobre contas correntes não declaradas no exterior, que alegava inexistentes, sua defesa ruiu. Salvo o imponderável – cuja presença em cena tem sido constante –, o afastamento é questão de tempo”, diz a colunista Dora Kramer sobre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB); ela afirma ainda que Cunha já não é figura central na questão do impeachment: “Os fatos ganharam pernas; neles ninguém manda, a não ser as circunstâncias”
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247 – Para a colunista Dora Kramer, acabou-se para o deputado Eduardo Cunha. “Quando apareceram os documentos sobre contas correntes não declaradas no exterior, que alegava inexistentes, sua defesa ruiu. Salvo o imponderável – cuja presença em cena tem sido constante –, o afastamento é questão de tempo”, diz.
Segundo ela, o fato de ainda não ter perdido o cargo não quer dizer que esteja inteiro. “Suas cordas vocais, por exemplo, foram fatalmente atingidas. Sua voz não tem mais o alcance de outrora”, completa.
Além disso, afirma que Cunha já não é figura central na questão do impeachment: “Os fatos ganharam pernas; neles ninguém manda, a não ser as circunstâncias”.
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