Dora Kramer condena transgressão em reunião de Gilmar e Temer

A relação entre os dois "já é algo difícil de digerir perante as normas da República", escreve a jornalista, que contesta a versão de que teriam se encontrado às escondidas para discutir reforma política; "Não há o que discutir sobre o tema", afirma; a colunista lembra ainda o interesse principal do Palácio do Planalto: "como se sabe, é 'estancar a sangria' da Lava-Jato"

A relação entre os dois "já é algo difícil de digerir perante as normas da República", escreve a jornalista, que contesta a versão de que teriam se encontrado às escondidas para discutir reforma política; "Não há o que discutir sobre o tema", afirma; a colunista lembra ainda o interesse principal do Palácio do Planalto: "como se sabe, é 'estancar a sangria' da Lava-Jato"
A relação entre os dois "já é algo difícil de digerir perante as normas da República", escreve a jornalista, que contesta a versão de que teriam se encontrado às escondidas para discutir reforma política; "Não há o que discutir sobre o tema", afirma; a colunista lembra ainda o interesse principal do Palácio do Planalto: "como se sabe, é 'estancar a sangria' da Lava-Jato" (Foto: Gisele Federicce)


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247 - Em seu blog na Veja, a jornalista Dora Kramer afirmou que "a informalidade nas relações entre um ministro do Supremo Tribunal Federal e o primeiro time do Poder Executivo, presidente da República incluído, já é algo difícil de digerir perante as normas da República".

"A coisa assume caráter flagrantemente transgressor quando o ministro Gilmar Mendes recebe em sua casa o presidente Michel Temer acompanhado dos ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha sem que o encontro conste da agenda presidencial e mais: a reunião, quando revelada, tem a pauta da conversa maquiada por suas excelências", afirma.

Ela contesta a versão de que teriam se encontrado às escondidas para discutir reforma política e lembra o principal interesse do Palácio do Planalto atualmente: "como se sabe, é 'estancar a sangria' da Lava-Jato de maneira desabrida desde que a operação chegou ao presidente. A reunião e a falsa comunicação não contribuem para a indispensável confiabilidade de tão altas autoridades".

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