Dona deixa 'Clarín' por Lei de Mídia argentina

Ernestina Herrera de Noble, principal proprietária do jornal desde 1969, ficará como acionista da maior parte da operadora de TV a cabo Cablevisión e da provedora de internet Fibertel, como proposta ao governo Cristina Kirchner contra a lei do monopólio da comunicação 

Ernestina Herrera de Noble, principal proprietária do jornal desde 1969, ficará como acionista da maior parte da operadora de TV a cabo Cablevisión e da provedora de internet Fibertel, como proposta ao governo Cristina Kirchner contra a lei do monopólio da comunicação 
Ernestina Herrera de Noble, principal proprietária do jornal desde 1969, ficará como acionista da maior parte da operadora de TV a cabo Cablevisión e da provedora de internet Fibertel, como proposta ao governo Cristina Kirchner contra a lei do monopólio da comunicação  (Foto: Roberta Namour)


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247 - Por ordem da Lei de Mídia do governo argentino de Cristina Kirchner, Ernestina Herrera de Noble, dona do grupo Clarín, deixará de ser proprietária do jornal do qual é a principal sócia desde 1969.

Criada em 2009, a Lei de Mídia proíbe o monopólio na comunicação.

Ao lado do ex-presidente e ex-diretor-executivo do grupo Clarín, Héctor Magnetto, ela ficará como acionista da maior parte da operadora de TV a cabo Cablevisión e da provedora de internet Fibertel.

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Os outros dois sócios, José Antonio Aranda e Lucio Rafael Pagliaro, vão manter a divisão impressa do grupo e a Rádio Mitre e o Canal 13.

O restante será colocado à venda no mercado.

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