Docentes criam rede de informação sobre assédio moral e perseguição
Docentes das universidades públicas, que têm sido sistematicamente perseguidos por bolsonaristas, resolveram montar uma rede de proteção e denúncia contra esses ataques. O linguista Marcos Bagno, professor da UnB afirmou: "A ideia é dar visibilidade a essas covardias e imaginar estratégias para denunciá-las e combatê-las. Não podemos nos deixar intimidar"
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247 - Docentes das universidades públicas, que têm sido sistematicamente perseguidos por bolsonaristas, resolveram montar uma rede de proteção e denúncia contra esses ataques. O linguista Marcos Bagno, professor da UnB afirmou: "A ideia é dar visibilidade a essas covardias e imaginar estratégias para denunciá-las e combatê-las. Não podemos nos deixar intimidar."
Bagno afirma que as perseguições atingiram um limite intolerável e que a organização é o caminho mais seguro para a comunidade democrática dentro das universidades garantirem voz e apoio.
Leia a nota publicada no Facebook do professor da UnB:
"Colegas docentes de universidades públicas, estamos querendo construir uma rede de informação sobre os assédios morais, as perseguições de todo tipo, incluindo as investidas judiciais, de que estamos sendo vítimas, especialmente da parte dessa minoria fascista que estava oculta nos esgotos das instituições públicas de ensino superior e resolveu exibir seus focinhos de ratazanas infectas. A ideia é dar visibilidade a essas covardias e imaginar estratégias para denunciá-las e combatê-las. Não podemos nos deixar intimidar. Docente de universidade pública que apoia um governo que quer destruir a universidade pública devia pedir demissão ou procurar um tratamento psiquiátrico para cuidar do masoquismo. Quem preferir mandar mensagem reservada fique à vontade. A hora é de apreensão e receio, sim, mas também de união, solidariedade e estratégias de luta! Aqui em Brasília começamos a nos organizar e encorajamos as/os colegas de outros lugares a fazer o mesmo. #ForaFascistas"
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