Divergentes contam como o clã Bolsonaro venceu os generais no Itamaraty
A escolha de Ernesto Araújo foi bancada pelo clã Bolsonaro; diferente da avaliação de que seus palpites infelizes seriam apenas por falta de discernimento, os Bolsonaro têm convicções firmes sobre relações internacionais, mesmo que elas pareçam confusas; os Divergentes contam como o clã venceu os generais na indicação de Ernesto Araújo
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Por Andrei Meireles (Os Divergentes) - Nas duas últimas semanas, os conselheiros mais moderados de Jair Bolsonaro — entre eles, influentes generais da reserva — vinham obtendo sucesso com suas sugestões para que baixasse a bola em suas manifestações públicas e optasse por profissionais mais gabaritados na composição da equipe de governo. O único ponto que ainda parecia fora da curva eram suas declarações hostis contra alguns de nossos principais parceiros comerciais, como a China, os países árabes e até a Argentina.
Essas derrapadas estavam sendo atribuídas à falta de traquejo e ao pouco conhecimento sobre as complexas relações internacionais. Daí a insistência para Bolsonaro escolhesse logo o novo chanceler e repassasse a bola da política externa. Nas conversas com integrantes da equipe de transição, todas as apostas eram em diplomatas experientes, com ampla bagagem adquirida nos principais fóruns internacionais.
Leia na íntegra em Os Divergentes
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