Divergência de número de membros de grupo anti-Bolsonaro gera polêmica nas redes

O número oficial de participantes oficiais do grupo criado no Facebook para reunir mulheres que são contra Jair Bolsonaro (PSL) causou polêmica nas redes, informa reportagem do jornal Folha de S. Paulo; a informação das organizadoras é a de que são mais de um milhão de integrantes, mas, para quem não é membro do grupo, aparece um valor inferior: 670 mil; quem já está dentro do grupo, que é fechado, vê que ele possui 1,2 milhão de mulheres; segundo o porta-voz do Facebook, o valor correto é o que aparece para não membros, ou seja, 670 mil; o 1,2 milhão corresponde ao número total de pessoas adicionadas, mas que ainda estão passando por processo de aprovação pela moderação

Divergência de número de membros de grupo anti-Bolsonaro gera polêmica nas redes
Divergência de número de membros de grupo anti-Bolsonaro gera polêmica nas redes (Foto: REUTERS/Paulo Whitaker)


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247 - O número oficial de participantes oficiais do grupo criado no Facebook para reunir mulheres que são contra Jair Bolsonaro (PSL) causou polêmica nas redes, informa reportagem do jornal Folha de S. Paulo. A informação das organizadoras é a de que são mais de um milhão de integrantes, mas, para quem não é membro do grupo, aparece um valor inferior: 670 mil. Quem já está dentro do grupo, que é fechado, vê que ele possui 1,2 milhão de mulheres. Segundo o porta-voz do Facebook, o valor correto é o que aparece para não membros, ou seja, 670 mil. O 1,2 milhão corresponde ao número total de pessoas adicionadas, mas que ainda estão passando por processo de aprovação pela moderação.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaque que "a página “Mulheres unidas contra Bolsonaro!!!” foi criado por um grupo que é contra o avanço e o fortalecimento "do machismo, misoginia e outros tipos de preconceitos representados pelo candidato Jair Bolsonaro e seus eleitores”, diz a descrição do perfil." 

Segundo a reportagem, "as organizadoras dizem que a iniciativa é apartidária e não está alinhada a nenhuma ideologia. No grupo, mulheres discutem política e organizam manifestações."

A matéria ainda destaca que "por ser um grupo fechado, todo membro precisa responder um questionário e ler as regras do grupo para ser aceito por uma das 10 administradoras e 84 moderadoras.

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Algumas mulheres relatam - segundo a reportagem - que estão sendo adicionadas mesmo sem responder o questionário formulado pelas organizadoras. Outras dizem que, mesmo respondendo algo que não tem a ver com a pergunta, são aceitas.

 

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