Depois do golpe, Eliane pede trégua a Temer
Depois de defender por meses a fio a queda da presidente Dilma Rousseff, a colunista Eliane Cantanhêde pediu uma trégua da sociedade e do mercado ao governo interino de Michel Temer; "Itamar, Fernando Henrique, Lula e Dilma tiveram uma trégua ao assumirem a Presidência. Por que não dar uma trégua a Temer, que chega em circunstâncias muito mais difíceis, em meio a um somatório inédito de crises?", pede; segundo Cantanhêde, que jogou mergulhou na defesa do quanto pior, melhor da oposição, "jogar contra, neste momento, extrapola para a irresponsabilidade"
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247 - Depois de defender por meses a fio a queda da presidente Dilma Rousseff, a colunista Eliane Cantanhêde pediu uma trégua da sociedade e do mercado ao governo interino de Michel Temer.
"A intenção de Michel Temer é dar "ordem" à bagunça na administração direta, nas estatais, nos fundos de pensão e nas agências, além de tomar medidas duras, mas necessárias, para interromper o ciclo de recessão e retomar um ritmo de "progresso", diz ela.
Cantanhêde elogia medidas de "austeridade" tomadas de início por Temer, como a redução de ministérios, cuja redução no gasto pública tem impacto simbólico (leia mais) e pede apoio ao governo interino.
"Itamar, Fernando Henrique, Lula e Dilma tiveram uma trégua ao assumirem a Presidência. Por que não dar uma trégua a Temer, que chega em circunstâncias muito mais difíceis, em meio a um somatório inédito de crises? Criticar, sim, mas jogar contra, neste momento, extrapola para a irresponsabilidade. A estreia do homem forte da economia, Henrique Meirelles, mobilizou o mundo político e empresarial e o que ficou claro é que a situação fiscal do governo, já dramática, é ainda pior do que se imagina", diz a colunista.
Leia na íntegra o artigo de Eliane Cantanhêde.
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