Depois de Reinaldo, Magnoli sai em defesa de Israel
Bibi Netanyahu tem mais um aliado em sua ação condenada pelo Brasil, pela ONU e até (timidamente) pelos Estados Unidos; em artigo publicado neste sábado, Demétrio Magnoli nega o "uso abusivo" do termo "genocídio" para classificar os ataques de Israel contra a Faixa de Gaza, segundo ele, com o propósito de "identificar Israel ao nazismo", e chama de "antissemita polido" os que têm feito críticas aos bombardeios que já deixaram mais de 1,4 mil mortos do lado dos palestinos
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247 – Os ataques do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, que já deixaram mais de 1.400 palestinos mortos, acaba de ganhar mais um defensor, depois do blogueiro neocon de Veja, Reinaldo Azevedo (leia aqui). Neste sábado, Demétrio Magnoli chama de "antissemita polido" os que têm criticado os bombardeios de Israel.
Segundo ele, "o antissemitismo em estado cru (...) sobrevive nos subterrâneos" e afirma que, desde 1948, passou a ser inadmissível a distinção entre antissemitismo e antissionismo. "Não passa de camuflagem do ódio aos judeus", afirma.
Magnoli também condena o "uso abusivo" do termo "genocídio" para descrever as ações de Israel, segundo ele, com o propósito de "identificar Israel ao nazismo". De acordo com o colunista, genocídio "é o extermínio deliberado de um povo", como praticou Hitler contra os judeus, mas não se aplica contra os palestinos. "O 'genocídio palestino' só existe no discurso utilitário dos antissemitas", escreve.
Leia aqui o artigo na íntegra.
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