Demori após morte de miliciano: ‘era o seu destino óbvio’
O jornalista Leandro Demori, do site Intercept Brasil, afirmou que já era esperada a morte do milicano Adriano da Nóbrega Silva, chefe do Escritório do Crime, grupo de atiradores profissionais do Rio. "Em janeiro de 2019, diz ele, "já comentávamos entre nós que ele seria morto. Era seu destino óbvio. Sabia demais"
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 - O jornalista Leandro Demori, do site Intercept Brasil, que publicou várias irregularidades da Operação Lava Jato, afirmou que já era esperada a morte do milicano Adriano da Nóbrega Silva, chefe do Escritório do Crime, grupo de atiradores profissionais do Rio. "Em janeiro de 2019, quando publicamos essa reportagem, já comentávamos entre nós que ele seria morto. Era seu destino óbvio. Sabia demais", escreveu o jornalista no Twitter.
"Adriano da Nóbrega, líder de um grupo de matadores milicianos chamado Escritóro do Crime. Mãe e mulher dele trabalhavam pro Flávio. Envolvidas na rachadinha do Queiroz. Adriano foi homenageado por Flávio na Alerj com moção de louvor. Adriano é suspeito no crime da Marielle".
O ex-capitão do Bope é suspeito de envolvimento com a morte da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada pelo crime organizado. Os criminosos efetuaram os disparos em um lugae sem câmeras, em março do ano passado.
O miliciano era ligado à família Bolsonaro. Parentes dele trabalharam no gabinete do atual senador Flávio Bolsonaro, que também fez homenagens ao ex-policial.
Em nota, o PSOL afirmou que "exige esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte do miliciano e, através de sua Executiva Nacional, de sua direção regional Bahia e parlamentares, solicitará uma audiência com a Secretaria de Segurança Pública".
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247