DCM: STF tem a chance de dar um basta ao justiçamento da Lava Jato

Jornalista Joaquim de Carvalho diz no DCM que o mais relevante no processo contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) "é um vídeo, gravado pela PF, em que um delator Pieruccini passeia de carro pelas ruas de Curitiba para contar onde e como fez a distribuição do dinheiro. Isso é prova? Claro que não"

Jornalista Joaquim de Carvalho diz no DCM que o mais relevante no processo contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) "é um vídeo, gravado pela PF, em que um delator Pieruccini passeia de carro pelas ruas de Curitiba para contar onde e como fez a distribuição do dinheiro. Isso é prova? Claro que não"
Jornalista Joaquim de Carvalho diz no DCM que o mais relevante no processo contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) "é um vídeo, gravado pela PF, em que um delator Pieruccini passeia de carro pelas ruas de Curitiba para contar onde e como fez a distribuição do dinheiro. Isso é prova? Claro que não" (Foto: Leonardo Lucena)


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247 - Após lembrar que a presidente nacional do PT, senadora Glesi Hoffmann (PR), começa a ser jugada nesta terça-feira (19) pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), juntamente com o ex-ministro Paulo Bernardo, marido da senadora, e o empresário Ernesto Kugler Rodrigues, o jornalista Joaquim de Carvalho afirma, no Diario do Centro do Mundo, "basta ler o memorial apresentado pela Procuradoria Geral da República para constatar que não há contra Glesi uma mísera prova". "O que sustenta a acusação de corrupção passiva é a palavra de delatores".

"Palavra que mudou conforme versões eram contestadas pela defesa de Gleisi. Segundo a denúncia, Bernardo pediu ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que encarregou o doleiro Alberto Youssef de fazer a distribuição do dinheiro (1 milhão de reais). Youssef, por sua vez, passou a tarefa ao advogado Antonio Carlos Brasil Fioravante Pieruccini, que viajou de São Paulo a Curitiba para fazer quatro entregas de 250.000 reais a Ernesto Kugler Rodrigues, que teria participado da campanha de Gleisi", recorda. "Olhando o próprio resumo do processo apresentado pelos procuradores (memorial), o que se encontra de mais relevante é um vídeo, gravado pela Polícia Federal, em que um delator Pieruccini passeia de carro pelas ruas de Curitiba para contar onde e como fez a distribuição do dinheiro. Isso é prova? Claro que não".

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