DCM: Roberto Civita foi o homem que partidarizou a mídia nacional

“Pouco depois da posse de Lula, em 2003, a Veja de ROberto Civita abandonou o jornalismo para se transformar num instrumento de propaganda do antipetismo fanático. Segundo o jornalista Ricardo Kotscho, que participou da primeira equipe de Lula, o motivo da atitude de RC foi o dinheiro”, diz Paulo Nogueira, do DCM; ele cita, neste processo, o então diretor de redação, Eurípides Alcântara, e os colunistas: Diogo Mainardi, na edição impressa, e Reinaldo Azevedo, no site; “Mainardi e Azevedo inauguraram a era do jornalismo patronal e plutocrático na Veja. O maior talento de ambos era e é atacar sistematicamente Lula e o PT”

“Pouco depois da posse de Lula, em 2003, a Veja de ROberto Civita abandonou o jornalismo para se transformar num instrumento de propaganda do antipetismo fanático. Segundo o jornalista Ricardo Kotscho, que participou da primeira equipe de Lula, o motivo da atitude de RC foi o dinheiro”, diz Paulo Nogueira, do DCM; ele cita, neste processo, o então diretor de redação, Eurípides Alcântara, e os colunistas: Diogo Mainardi, na edição impressa, e Reinaldo Azevedo, no site; “Mainardi e Azevedo inauguraram a era do jornalismo patronal e plutocrático na Veja. O maior talento de ambos era e é atacar sistematicamente Lula e o PT”
“Pouco depois da posse de Lula, em 2003, a Veja de ROberto Civita abandonou o jornalismo para se transformar num instrumento de propaganda do antipetismo fanático. Segundo o jornalista Ricardo Kotscho, que participou da primeira equipe de Lula, o motivo da atitude de RC foi o dinheiro”, diz Paulo Nogueira, do DCM; ele cita, neste processo, o então diretor de redação, Eurípides Alcântara, e os colunistas: Diogo Mainardi, na edição impressa, e Reinaldo Azevedo, no site; “Mainardi e Azevedo inauguraram a era do jornalismo patronal e plutocrático na Veja. O maior talento de ambos era e é atacar sistematicamente Lula e o PT” (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para Paulo Nogueira do DCM, o barão que liderou o processo de partidarização da imprensa foi Roberto Civita, da Editora Abril.

“Pouco depois da posse de Lula, em 2003, a Veja de RC abandonou o jornalismo para se transformar num instrumento de propaganda do antipetismo fanático. Segundo o jornalista Ricardo Kotscho, que participou da primeira equipe de Lula, o motivo da atitude de RC foi o dinheiro”, diz.

Ele afirma que alguns movimentos na redação foram marcantes na transformação da Veja. Ele cita o então diretor de redação, Eurípides Alcântara, “que nasceu para obedecer e não para mandar. Era exatamente isto que Roberto Civita queria para a Veja. O que ele menos desejasse era alguém que o desafiasse.”

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E também dois colunistas: Diogo Mainardi, na edição impressa, e Reinaldo Azevedo, no site. “Mainardi e Azevedo inauguraram a era do jornalismo patronal e plutocrático na Veja. O maior talento de ambos era e é atacar sistematicamente Lula e o PT” (leia aqui).

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