DCM recorda a “anatomia de um mico imortal”
Jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, republica um texto em que já fazia uma análise da imagem acima como "um mico imortal", quando Eduardo Cunha já era citado por cinco delatores na Lava Jato, tinha contas na Suíça e o xilindró o aguardava; o instante foi registrado quando Cunha era usado "como a grande esperança branca do impeachment" e foi "imortalizado na crônica política recente como um dos maiores casos de vergonha alheia da história do Brasil"
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247 – O jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, recorda nesta terça-feira 13, data da cassação de Eduardo Cunha por 450 votos a 10, uma foto que ele define como "um mico imortal".
O momento foi uma reunião entre Cunha, outros parlamentares da antiga oposição, especialmente do PSDB, e integrantes de movimentos de direita como MBL e Revoltados Online, que haviam marcado de São Paulo a Brasília em um protesto contra Dilma e o PT.
À época, lembra o jornalista, Cunha já era citado por cinco delatores na Lava Jato, tinha contas na Suíça e o xilindró o aguardava. O grupo foi entregar ao então presidente da Câmara um pedido de impeachment.
O instante foi registrado quando Cunha era usado "como a grande esperança branca do impeachment" e foi "imortalizado na crônica política recente como um dos maiores casos de vergonha alheia da história do Brasil", diz Kiko Nogueira.
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