DCM: “O golpe do horário de votação é mais um na coleção do clandestino Temer”
Ao comentar a "carteirada" que Michel Temer deu ao chegar à seção eleitoral às 7h52 neste domingo, ao contrário do que havia divulgado sua assessoria de imprensa, às 11h, o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, diz que "Temer é um presidente clandestino e foragido, obrigado a truques baratos para não ser visto em público por mais gente do que sua família ou seus amigos"; "Temer não foi ao final da Olimpíada e não irá a lugar nenhum que tenha algo parecido com povo", diz ele
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247 - "Michel Temer é um presidente clandestino e foragido, obrigado a truques baratos para não ser visto em público por mais gente do que sua família ou seus amigos", constata o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, ao comentar o que chamou de "carteirada" do peemedebista ao ir votar nesta manhã.
A assessoria de imprensa de Temer havia divulgado que ele chegaria à seção eleitoral às 11h. Mas Temer chegou às 7h52 na Pontifícia Universidade Católica (PUC), onde vota, e foi o primeiro eleitor a votar. O objetivo: fugir de um protesto que estava programado para acontecer contra ele.
"Temer não foi ao final da Olimpíada e não irá a lugar nenhum que tenha algo parecido com povo. Locomove-se com envergadura (sic) em ambientes controlados, como o evento da revista Exame na semana passada. É sintomático que tenha dado um chapéu no dia de depositar seu voto na urna. Mais uma trapaça, esta anedótica, para um golpista", diz Kiko Nogueira, que chama Temer de "covarde".
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