DCM: Mídia demoniza, em vez de glorificar réus

Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo, respondeu a crítica feita por Joaquim Barbosa aos meios de comunicação que, segundo ele, glorificam os condenados na Ação Penal 470; "Ora, os condenados são chamados continuamente pela mídia de mensaleiros, petralhas e coisas do gênero. JB, em compensação, é “o menino pobre que mudou o Brasil”. JB consegue ver glorificação onde existe, na realidade, demonização", diz ele

Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo, respondeu a crítica feita por Joaquim Barbosa aos meios de comunicação que, segundo ele, glorificam os condenados na Ação Penal 470; "Ora, os condenados são chamados continuamente pela mídia de mensaleiros, petralhas e coisas do gênero. JB, em compensação, é “o menino pobre que mudou o Brasil”. JB consegue ver glorificação onde existe, na realidade, demonização", diz ele
Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo, respondeu a crítica feita por Joaquim Barbosa aos meios de comunicação que, segundo ele, glorificam os condenados na Ação Penal 470; "Ora, os condenados são chamados continuamente pela mídia de mensaleiros, petralhas e coisas do gênero. JB, em compensação, é “o menino pobre que mudou o Brasil”. JB consegue ver glorificação onde existe, na realidade, demonização", diz ele (Foto: Leonardo Attuch)


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247 - O jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo, contesta a tese de Joaquim Barbosa sobre uma suposta glorificação dos condenados na Ação Penal 470. O que existe, diz ele, é o inverso: a demonização. Confira abaixo:

E agora Joaquim Barbosa resolveu ser editor

E eis que Joaquim Barbosa agora decidiu ser editor. Ou professor de jornalismo. Em Londres, ele diz que a mídia não devia dar tanto espaço aos condenados do Mensalão.

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Melhor: nenhum espaço. Eles deviam ser condenados ao “ostracismo”. Faz parte da pena, segundo ele.

E a imprensa comete o crime de “glorificação” dos condenados.

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Todo mundo tem cabeça complicada, mas JB excede. Glorificar juízes pode?

Temos então dois tipos de glorificação segundo JB. Um, dos magníficos magistrados, é permitido. Outro, dos condenados, não.

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O caso parece patológico quando se examina a mídia acusada por JB? Onde ele terá visto glorificação? Ora, os condenados são chamados continuamente pela mídia de mensaleiros, petralhas e coisas do gênero. JB, em compensação, é “o menino pobre que mudou o Brasil”. JB consegue ver glorificação onde existe, na realidade, demonização.

(continue lendo no Diário do Centro do Mundo)

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