DCM: “já era tempo de acabar aliança PT-PMDB”

Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, diz que "melancólica" parceria "não elevou o PMDB e rebaixou o PT" e "durou o que tinha que durar"; para ele, "cansada do custo de ter o PMDB ao lado, Dilma agiu a partir de determinado momento como alguém que não suporta mais um casamento mas não sabe exatamente como rompê-lo"

Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, diz que "melancólica" parceria "não elevou o PMDB e rebaixou o PT" e "durou o que tinha que durar"; para ele, "cansada do custo de ter o PMDB ao lado, Dilma agiu a partir de determinado momento como alguém que não suporta mais um casamento mas não sabe exatamente como rompê-lo"
Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, diz que "melancólica" parceria "não elevou o PMDB e rebaixou o PT" e "durou o que tinha que durar"; para ele, "cansada do custo de ter o PMDB ao lado, Dilma agiu a partir de determinado momento como alguém que não suporta mais um casamento mas não sabe exatamente como rompê-lo" (Foto: Gisele Federicce)


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247 – "Já era mesmo tempo de acabar a aliança PT-PMDB", ressalta o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, ao comentar a vitória de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara. Para ele, a "melancólica" parceria "não elevou o PMDB e rebaixou o PT" e "durou o que tinha que durar".

"Cansada do custo de ter o PMDB ao lado, Dilma agiu a partir de determinado momento como alguém que não suporta mais um casamento mas não sabe exatamente como rompê-lo. Foi deixando claro o enfado, o desprezo pelo laço que a prendia — e ao país — a tanto atraso", escreve Nogueira.

Na avaliação do jornalista, "a situação, agora, é curiosa":

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As Jornadas de Junho mostraram que o país já não suporta o tipo de política representado pelo PMDB. E a eleição de Eduardo Cunha é a negação do desejo de renovação demonstrado nas manifestações. Isso leva a uma conclusão: o futuro da agenda política nacional vai ser decidido nas ruas. Para que o conservadorismo do PMDB não faça o relógio andar para trás, os movimentos sociais vão ter que se mexer.

Leia aqui a íntegra do artigo.

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