DCM: doleiros da Odebrecht omitiram informações da Lava Jato e tiveram multa irrisória

Os doleiros Luiz Augusto França, Marco Bilinski e Vinicius Borin, "junto com executivos do Departamento de Operações Estruturada, o departamento de propina da Odebrecht, adquiriram um pequeno banco em Antigua, ilha do mar do Caribe, com o qual passaram a reciclar a maior parte dos pagamentos da Odebrecht ao redor do mundo. O nome dos três aparece na lista dos Paradise Papers, o novo vazamento de contas em paraísos fiscais, divulgada pelo Le Monde", escreve Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

Logo da construtora brasileira Odebrecht em Lima, no Peru 24/01/2017 REUTERS/Guadalupe Pardo
Logo da construtora brasileira Odebrecht em Lima, no Peru 24/01/2017 REUTERS/Guadalupe Pardo (Foto: Romulo Faro)


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247 - Os doleiros Luiz Augusto França, Marco Bilinski e Vinicius Borin, "junto com executivos do Departamento de Operações Estruturada (DOE), o departamento de propina da Odebrecht, adquiriram um pequeno banco em Antigua, ilha do mar do Caribe, com o qual passaram a reciclar a maior parte dos pagamentos da Odebrecht ao redor do mundo. O nome dos três aparece na lista dos Paradise Papers, o novo vazamento de contas em paraísos fiscais, divulgada pelo Le Monde", escreve Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo.

"Eles tinham acesso ao sistema Drousys, a rede criada pela Odebrecht, para proteger as comunicações que sustentavam transferências e aplicações. Entre 1975 e 1982, Luiz França trabalhou no Eurobraz (European Brailian Bank) e no Libra Bank. Depois, na representação do Midland Bank, no Excel, no Banco ABC e no Trend Bank, todas instituições que operavam o mercado offshore", continua Nogueira.

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