DCM: Delação da OAS mostra que Lava Jato ‘sempre teve um só alvo: PT’

"A natureza do caso da delação rejeitada mostra um aspecto que a sociedade mais informada sabia há muito tempo. A Lava Jato foi feita para arrasar Dilma, Lula e o PT", escreve o jornalista Paulo Nogueira, sobre a delação travada de Léo Pinheiro, conforme denunciou a Folha nesta quarta-feira; ele faz, ainda críticas ao jornal, cujo "surto de imparcialidade pré-fabricada veio apenas depois que a vítima virou cadáver"

"A natureza do caso da delação rejeitada mostra um aspecto que a sociedade mais informada sabia há muito tempo. A Lava Jato foi feita para arrasar Dilma, Lula e o PT", escreve o jornalista Paulo Nogueira, sobre a delação travada de Léo Pinheiro, conforme denunciou a Folha nesta quarta-feira; ele faz, ainda críticas ao jornal, cujo "surto de imparcialidade pré-fabricada veio apenas depois que a vítima virou cadáver"
"A natureza do caso da delação rejeitada mostra um aspecto que a sociedade mais informada sabia há muito tempo. A Lava Jato foi feita para arrasar Dilma, Lula e o PT", escreve o jornalista Paulo Nogueira, sobre a delação travada de Léo Pinheiro, conforme denunciou a Folha nesta quarta-feira; ele faz, ainda críticas ao jornal, cujo "surto de imparcialidade pré-fabricada veio apenas depois que a vítima virou cadáver" (Foto: Gisele Federicce)


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247 - "A natureza do caso da delação rejeitada mostra um aspecto que a sociedade mais informada sabia há muito tempo. A Lava Jato foi feita para arrasar Dilma, Lula e o PT", escreve o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, sobre a delação travada do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, conforme denunciou a Folha.

Ele faz duras críticas ao juiz Sérgio Moro, que comanda a operação. "Moro agiu como militante plutocrata fantasiado de juiz. Mal fantasiado, aliás. Como esquecer as imagens em que ele aparece, sorridente e deslumbrado, ao lado de João Roberto Marinho? E as fotos com caciques do PSDB como João Dória?", pergunta.

E também contra a Folha de S. Paulo, cujo "surto de imparcialidade pré-fabricada veio apenas depois que a vítima virou cadáver". Segundo ele, não surpreende que "apenas agora a Folha publique textos desta natureza. Ela participou freneticamente do golpe. Agora, derrubada Dilma, é tempo de tentar reconstruir a credibilidade perdida. Enquanto Globo, Estado e Veja praticam o jornalismo chapa branca mais descarado possível, a Folha quer parecer imparcial".

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