DCM: “Caso Gilmar-Aécio simboliza a nova era”

Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, observa o silêncio da mídia diante do fato de o presidente interino, Michel Temer, ter nomeado investigados na Lava Jato; "É o Brasil destes tempos: a lei, as regras, os rigores, as cobranças não são para todos. A direita pode tudo. Tão simbólica disso quanto os setes anões morais do ministério foi a atitude de Gilmar Mendes diante do pedido de novas investigações sobre o envolvimento de Aécio no caso Furnas", exemplifica, ao comentar a suspensão, pelo ministro do STF, do inquérito contra o senador tucano

Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, observa o silêncio da mídia diante do fato de o presidente interino, Michel Temer, ter nomeado investigados na Lava Jato; "É o Brasil destes tempos: a lei, as regras, os rigores, as cobranças não são para todos. A direita pode tudo. Tão simbólica disso quanto os setes anões morais do ministério foi a atitude de Gilmar Mendes diante do pedido de novas investigações sobre o envolvimento de Aécio no caso Furnas", exemplifica, ao comentar a suspensão, pelo ministro do STF, do inquérito contra o senador tucano
Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, observa o silêncio da mídia diante do fato de o presidente interino, Michel Temer, ter nomeado investigados na Lava Jato; "É o Brasil destes tempos: a lei, as regras, os rigores, as cobranças não são para todos. A direita pode tudo. Tão simbólica disso quanto os setes anões morais do ministério foi a atitude de Gilmar Mendes diante do pedido de novas investigações sobre o envolvimento de Aécio no caso Furnas", exemplifica, ao comentar a suspensão, pelo ministro do STF, do inquérito contra o senador tucano (Foto: Gisele Federicce)


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247 - Em um texto em que dá boas vindas aos leitores "à República dos Plutocratas", o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, observa o silêncio da mídia diante do fato de o presidente interino, Michel Temer, ter nomeado investigados na Lava Jato para sua equipe, comportamento bem diferente de quando o ex-presidente Lula foi nomeado chefe da Casa Civil pela presidente Dilma.

"É o Brasil destes tempos: a lei, as regras, os rigores, as cobranças não são para todos. A direita pode tudo. Tão simbólica disso quanto os setes anões morais do ministério foi a atitude de Gilmar Mendes diante do pedido de novas investigações sobre o envolvimento de Aécio no caso Furnas", exemplifica Nogueira, ao comentar a suspensão, pelo ministro do STF, do inquérito contra o senador tucano.

"A mídia plutocrática vai transformar prontamente o inferno artificial que era o Brasil sob o PT num paraíso ainda mais fajuto que será o Brasil sob o amigo Temer. A corrupção vai sumir do noticiário. A Lava Jato nunca mais merecerá as coberturas estrepitosas da era Dilma e PT. E os midiotas, ou analfabetos políticos, não se sentirão empurrados a ir para as ruas gritar contra a corrupção e nem a bater panelas caras", prevê.

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