DCM: a diferença entre os 13% de aprovação de Dilma e os 13% de FHC

"Comparemos as circunstâncias. Dilma bate em 13% numa pesquisa realizada logo depois de um protesto orquestrado descaradamente pela Globo, e em meio a um noticiário manipulador que tenta associá-la ao caso Petrobras e à palavra 'corrupção'", escreve Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; "FHC chegou aos 13% (em setembro de 1999) com a blindagem monumental da mesma mídia que massacra agora Dilma"

"Comparemos as circunstâncias. Dilma bate em 13% numa pesquisa realizada logo depois de um protesto orquestrado descaradamente pela Globo, e em meio a um noticiário manipulador que tenta associá-la ao caso Petrobras e à palavra 'corrupção'", escreve Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; "FHC chegou aos 13% (em setembro de 1999) com a blindagem monumental da mesma mídia que massacra agora Dilma"
"Comparemos as circunstâncias. Dilma bate em 13% numa pesquisa realizada logo depois de um protesto orquestrado descaradamente pela Globo, e em meio a um noticiário manipulador que tenta associá-la ao caso Petrobras e à palavra 'corrupção'", escreve Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; "FHC chegou aos 13% (em setembro de 1999) com a blindagem monumental da mesma mídia que massacra agora Dilma" (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Em setembro de 1999, o mesmo FHC que hoje palpita na queda da aprovação do governo da presidente Dilma Rousseff obteve os mesmos 13% de avaliação positiva em seu governo. Qual é a diferença entre os dois cenários? O jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, faz a importante observação:

"Dilma bate em 13% numa pesquisa realizada logo depois de um protesto orquestrado descaradamente pela Globo, e em meio a um noticiário manipulador que tenta associá-la ao caso Petrobras e à palavra 'corrupção'", enquanto "FHC chegou aos 13% com a blindagem monumental da mesma mídia que massacra agora Dilma".

Nogueira lembra que o ex-presidente tucano "jamais foi cobrado, por exemplo, sobre a compra de votos, em 1997, para a emenda da reeleição", assim como "jamais foi apertado pelo nepotismo". E questiona "qual seria o índice de popularidade dele se a imprensa fosse, simplesmente, honesta?".

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Ele avalia que "o Brasil passa por uma crise, e então é natural que baixe a aprovação" do governo, que "está tentando enfrentar as dificuldades, concretamente". Mas o maior obstáculo, segundo ele, "não é econômico, e sim mental. É imperioso um choque positivo, algo que devolva a sanidade a pessoas – de direita, centro e esquerda — que parecem prestes a cortar os pulsos. O que está ocorrendo, hoje, é a síndrome do desastre anunciado".

Leia aqui a íntegra.

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