Cunha Lima: modelo de negócio da TV morreu
Presidente da Aliança Francesa e vice-presidente do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta e do Itaú Cultural diz que, com a nova tecnologia digital, a grade não é mais compulsória e a base tradicional de sustentação e ganho das televisões abertas está esgotada; segundo ele, isso ficou visível em Congresso Ibero-Americano de Cultura realizado em novembro, em Zaragoza
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247 – O presidente da Aliança Francesa e vice-presidente do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta e do Itaú Cultural, Jorge da Cunha Lima, enterrou de vez o modelo de negócio da TV aberta.
Em artigo na Folha de S. Paulo, ele diz que a base tradicional de sustentação e ganho das televisões abertas está esgotada e que isso ficou visível em Congresso Ibero-Americano de Cultura realizado em novembro, em Zaragoza, na Espanha. Evento abrigou 500 propostas de programação alternativa e sustentável.
“O prestígio da grade televisiva produzia uma fidelidade capaz de fixar a atenção dos telespectadores tanto no programas quanto nos "breaks" publicitários. Com a nova tecnologia digital, a grade não é mais compulsória; cada telespectador grava ou "reserva" o programa que lhe interessa para horário de sua conveniência, excluindo, se desejar, a publicidade”, diz.
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