Costa Pinto: 'Lula dá as cartas no cassino eleitoral'

Jornalista Luis Costa Pinto traçou duas possibilidades que envolvem a candidatura do ex-presidente, que segue mais líder do que nunca na preferência do eleitor; na primeira hipótese, Lula teria como vice a ministra do TCU Ana Arraes, que deixaria o tribunal e se filiaria ao PSB, ou o empresário mineiro Josué Alencar, filho de José Alencar; na segunda, caso seja inabilitado, Lula "'ungiria' uma nova chapa à qual emprestaria todo o seu apoio e se empenharia de forma vital na consumação de viabilidade dela", que pode ter Josué Alencar e Fernando Haddad

Jornalista Luis Costa Pinto traçou duas possibilidades que envolvem a candidatura do ex-presidente, que segue mais líder do que nunca na preferência do eleitor; na primeira hipótese, Lula teria como vice a ministra do TCU Ana Arraes, que deixaria o tribunal e se filiaria ao PSB, ou o empresário mineiro Josué Alencar, filho de José Alencar; na segunda, caso seja inabilitado, Lula "'ungiria' uma nova chapa à qual emprestaria todo o seu apoio e se empenharia de forma vital na consumação de viabilidade dela", que pode ter Josué Alencar e Fernando Haddad
Jornalista Luis Costa Pinto traçou duas possibilidades que envolvem a candidatura do ex-presidente, que segue mais líder do que nunca na preferência do eleitor; na primeira hipótese, Lula teria como vice a ministra do TCU Ana Arraes, que deixaria o tribunal e se filiaria ao PSB, ou o empresário mineiro Josué Alencar, filho de José Alencar; na segunda, caso seja inabilitado, Lula "'ungiria' uma nova chapa à qual emprestaria todo o seu apoio e se empenharia de forma vital na consumação de viabilidade dela", que pode ter Josué Alencar e Fernando Haddad (Foto: Aquiles Lins)


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247 - Ao comentar a pesquisa Ibope que põe o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança isolada para 2018 com 35% de intenções de voto, o jornalista Luis Costa Pinto traçou nesta segunda-feira, 30, duas possibilidades que envolvem a candidatura do ex-presidente. 

Leia um trecho da análise, publicada no site Poder 360:

Certo de que ninguém hoje dialoga melhor com setores populares de nossa sociedade do que ele mesmo, o ex-presidente da República pavimenta seu caminho para 2018 com os seguintes projetos:

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A) Após embate titânico com as alas mais recalcitrantes do Judiciário, do empresariado e do que resta de comando na mídia conservadora do país, ele dribla as resistências à admissão de sua possibilidade de vitória nas urnas, converte parte do eleitorado que declaração rejeição a si e consegue projetar esperança de governabilidade caso vença o pleito presidencial tendo como vice-presidente um nome apaziguador e mais conservador. As 2 hipóteses de momento para o posto são a ministra do TCU Ana Arraes, filha de Miguel Arraes e mãe de Eduardo Campos, que deixará o tribunal e se filiará ao PSB; e o empresário mineiro Josué Alencar, filho de José Alencar, vice de Lula nos 2 mandatos anteriores. Josué não tem legenda ainda, mas pode se filiar a qualquer uma capaz de caber no projeto: ele tem liderança e inspira respeito entre os seus– os setores ainda progressistas e liberais do empresariado nacional.

B) É o antípoda, mas não o contrário, do Plano A. Consiste em, diagnosticada a inviabilidade de superar as resistências jurídicas (que terão de atropelar prazos e ritos para puni-lo em tempo hábil à meta de deixa-lo inelegível) para uma vitória em 2º turno suplantando a rejeição a seu nome, Lula "ungiria" uma nova chapa à qual emprestaria todo o seu apoio e se empenharia de forma vital na consumação de viabilidade dela. Oque se pensa, momento: por que essa chapa com a bênção de Lula não pode abrigar "o novo"? Esse novo pode vir a ser o mesmo Josué Alencar – não no PT, mas no PSB, por exemplo – tendo um vice-presidente petista com cara de renovação do partido e da política – Fernando Haddad, por que não? E, numa aliança crucial para o PSB pernambucano, cidadela ainda fiel a ele, o ex-presidente se lançaria à luta pela reeleição do governador Paulo Câmara com a mãe de Arraes e um petista para o Senado. E Eduardo Suplicy poderia, nessa conjuntura, compor chapa com Márcio França em São Paulo (França estará sentado na cadeira de governador e sonha com uma eventual reeleição). Ainda tem o acordo mineiro – construir uma ponte de união entre o governador petista Fernando Pimentel e o ex-prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda, do PSB, hoje um candidato viável ao Palácio das Mangabeiras.

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Segundo Costa Pinto, os dois supostos planos de Lula podem dar errado. "Podem ser apenas especulações de uma pré-campanha tensa. Mas são, é inegável, expressão da força política real que o ex-presidente ainda reúne apesar dos quase 4 anos de implacável perseguição judicial e midiática", afirma. 

Leia na íntegra o texto de Luis Costa Pinto.

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